- Emanuel Cidade Campos, 23 anos, de Apucarana, Paraná, foi preso nesta quinta-feira por envolvimento no mega-assalto no Paraguai; possui antecedentes por roubo qualificado e tráfico de drogas.
- Também foram detidos dois paraguaios: Leandro Alfredo Portillo Achucarro, 30 anos, com mandado de prisão por roubo com resultado de morte e lesão grave, e Adriana Barboza Balmori, 34 anos, sem antecedentes registrados.
- A polícia paraguaia apreendeu um Toyota Axio, cinco coletes à prova de balas, uma espingarda calibre 12, dinheiro, ao menos quatro celulares e seis cartões do banco Itaú, entre outros objetos, com eles.
- O grupo detonou explosivos para sacar cofres de duas agências, Banco Familiar e Banco GNB, por volta das duas da manhã de terça-feira (17; 17 de outubro no contexto) e ainda tentou invadir a agência do Ueno; um explosivo não detonado foi encontrado em uma casa de câmbio.
- A polícia indicou que houve participação de brasileiros no crime, envolvendo um grupo híbrido de paraguaios e brasileiros, com cerca de vinte pessoas.
Um brasileiro foi preso por envolvimento em um mega-assalto a bancos no Paraguai, ocorrido na madrugada da última terça-feira. Emanuel Cidade Campos, 23 anos, natural de Apucarana, no Paraná, foi detido com base em mandado judicial. Ele tem antecedentes por roubo qualificado e tráfico de drogas no Brasil.
Além dele, dois paraguaios também foram presos durante a operação: Leandro Alfredo Portillo Achucarro, 30 anos, e Adriana Barboza Balmori, 34 anos. Achucarro possui mandado de prisão vigente por roubo com resultado de morte e lesão grave; Balmori não tem antecedentes criminais registrados.
A polícia paraguaia informou a apreensão de um Toyota Axio, cinco coletes à prova de balas, uma espingarda calibre 12, entre outros objetos, bem como dinheiro, ao menos quatro celulares e seis cartões do banco Itaú. O material foi encontrado nas ações relacionadas ao grupo.
Detalhes do golpe
Segundo a Polícia Nacional do Paraguai, por volta das 2h da terça-feira (17), criminosos detonaram explosivos em agências do Banco Familiar e do Banco GNB, saqueando os cofres. O valor levado não foi informado pelas autoridades.
Os responsáveis chegaram a tentar invadir uma agência do banco Ueno, onde mantiveram um guarda como refém. Um explosivo não detonado também foi encontrado em uma casa de câmbio.
Na quarta-feira (17), a polícia confirmou a participação de brasileiros no mega-assalto, realizado em Santa Rita, a cerca de duas horas de Foz do Iguaçu. A ação foi descrita como um ataque híbrido, com forte presença de armas longas.
A CNN Brasil informou que o grupo envolvido reunia paraguaios e brasileiros, com estimativa de cerca de 20 pessoas envolvidas no roubo, cuja operação resultou em grande abalo às instituições financeiras da região.
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