- Mara Rudman, ex-assessora adjunta de Segurança Nacional dos EUA, classifica o acordo com o Irã como “desigual”.
- Ela afirma que o acordo não impede o enriquecimento nuclear por Teerã.
- Rudman ressalta a necessidade de um mecanismo de inspeção robusto.
- Ela aponta que esse mecanismo é improvável de ser garantido nas negociações de sessenta dias.
Mara Rudman, ex-viceconselheira de Segurança Nacional dos EUA no governo de Barack Obama, avalia o acordo com o Irã como desigual e insuficiente para impedir a continuidade do enriquecimento nuclear, segundo fontes próximas à analista.
A ex-funcionária afirma que o pacto depende de um mecanismo de inspeção robusto, elemento crucial para o monitoramento, mas que dificilmente seria assegurado no prazo de 60 dias de negociação.
A avaliação aponta que o acordo pode favorecer Teerã ao longo do tempo, destacando a necessidade de salvaguardas verificáveis. Rudman enfatiza a importância de mecanismos de fiscalização eficazes para reduzir riscos nucleares.
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