- A rede social europeia W entrou em fase pública na quinta-feira, 17 de junho, com sede na Suécia e foco em transparência e combate à desinformação.
- O objetivo é competir com rivais norte-americanas como X, Facebook e TikTok, reduzindo dependência de plataformas externas.
- O cadastro depende de verificação mais robusta: é preciso apresentar um documento de identidade válido e escanear, com a verificação processada nos aparelhos do usuário.
- A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, já utilizam o W; novas adesões passam por análise da equipe da plataforma.
- O W destaca quatro pilares básicos: usuários humanos verificados, privacidade, transparência e liberdade de expressão, além de parceria com Proton (criptografia) e UpCloud para infraestrutura.
A União Europeia lançou a versão pública da rede social W, criada na Suécia para competir com rivais norte-americanas como X e Facebook. A plataforma chegou ao público na última quinta-feira, dia 17, permitindo que usuários testem o serviço. A iniciativa busca reduzir a dependência de empresas externas e ampliar transparência, privacidade e liberdade de expressão.
O W opera com foco em quatro pilares: usuários verificados, transparência, privacidade e expressão. O cadastro exige verificação rigorosa: o usuário precisa apresentar um documento de identidade válido e o scan é processado diretamente nos dispositivos. A verificação é feita pela própria equipe da plataforma.
Lideranças europeias já utilizam a rede. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e Antonio Costa, presidente do Conselho Europeu, têm utilizado o W no dia a dia. O objetivo é incentivar a adesão de mais cidadãos com um processo de análise do cadastro antes de liberação total.
A motivação do projeto é reduzir a influência de plataformas dominantes por empresas dos EUA. A UE busca manter dados de usuários em servidores locais e diminuir riscos a privacidade. O W também prioriza o combate à desinformação, dificultando a criação de contas falsas.
Para sustentar a implementação, o W conta com potenciais parcerias tecnológicas. A CEO Anna Zeiter mencionou o uso de tecnologia da Proton, empresa suíça de e-mails criptografados, além de referências à UpCloud, provedora finlandesa de nuvem compatível com leis europeias.
Além do W, outras iniciativas europeias como Bulle, Eurosky, Monet e eYou são citadas como alternativas potenciais para o cenário de redes sociais na região. Enquanto isso, o Reino Unido anunciou medidas para restringir redes sociais a menores de 16 anos.
O lançamento público da plataforma marca um passo relevante na discussão sobre soberania digital na Europa. A expansão depende de adesão de usuários e da capacidade do W de sustentar confiabilidade, privacidade e moderação de conteúdo, conforme metas da UE.
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