- O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, cancelou uma viagem oficial aos Estados Unidos após Trump afirmar que Giorgia Meloni implorou por uma foto no G7.
- Meloni rebateu publicamente, dizendo que as falas foram inventadas e expressando consternação com o comportamento do presidente dos EUA.
- Trump teria dito, conforme a emissora italiana La7, que Meloni insistiu em posar ao lado dele e que só concordou por pena; o áudio não foi divulgado.
- Tajani classificou as declarações de Trump como graves e ofensivas, anunciando o cancelamento da visita e afirmando que ofendem a Itália.
- O episódio sinaliza desgaste na relação entre a Itália e os Estados Unidos, que já vinha desde abril com críticas de Trump a Meloni sobre a Itália e a guerra do Irã.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, cancelou a viagem oficial aos Estados Unidos após Trump afirmar que Giorgia Meloni implorou por foto no G7. Meloni nega as acusações e afirmou que as falas foram inventadas.
Trump teria dito, segundo a emissora italiana La7, que Meloni insistiu para posar ao lado dele durante a cúpula do G7 na França. A entrevista não teve áudio divulgado. O episódio levou a Itália a rever agenda diplomática com Washington.
Meloni divulgou um vídeo na plataforma X em resposta, chamando as declarações de completamente inventadas e afirmou estar consternada com o comportamento do presidente. A primeira-ministra disse que não entende por que Trump trata aliados de forma diferente de adversários.
Tajani anunciou o cancelamento da visita aos EUA em apoio à chefe de governo italiana. Em nota, afirmou que as palavras de Trump são graves e ofensivas e ferem a relação entre os dois países.
Outros membros do governo italiano também criticaram Trump. O subsecretário Giovanbattista Fazzolari afirmou que as declarações prejudicam as relações entre EUA e Europa, tornando os EUA menos populares no continente.
O episódio marca tensão recente entre Meloni e Trump, que antes mantinham alinhamento próximo. Meloni foi uma das apoiadoras de Trump na Europa e participou da posse presidencial dele em 2025, segundo o relatório.
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