- Encontro em São Paulo reuniu mais de 150 participantes de governos, empresas e instituições financeiras da China e do Brasil, promovido por Shenzhen e pelo distrito de Luohu, para tratar de cooperação econômica, comércio e novos investimentos.
- O objetivo é ampliar parcerias em infraestrutura, inovação, comércio e investimentos, fortalecendo as relações econômicas entre China e Brasil.
- O cônsul-geral da China em São Paulo, Yu Peng, destacou que a cooperação tende a ampliar parcerias em novos setores.
- Um dos destaques foi a inauguração do ponto de contato de Shenzhen em São Paulo, criado para facilitar a expansão de negócios entre Brasil, China e a América Latina.
- Ao final do encontro, foram assinados cinco acordos de cooperação em áreas como comércio, serviços e articulação institucional, visando ampliar o fluxo de investimentos.
Representantes de governos, empresas e instituições financeiras da China e do Brasil se reuniram em São Paulo para discutir cooperação econômica, comércio e novos investimentos bilaterais. O encontro promoveu pela cidade de Shenzhen e pelo distrito de Luohu reuniu mais de 150 participantes.
O objetivo central foi ampliar parcerias em infraestrutura, inovação, comércio e investimentos, fortalecendo a relação econômica entre China e Brasil. A presença de autoridades foi apontada como fator que reduz incertezas para investidores.
O cônsul-geral da China em São Paulo, Yu Peng, destacou que a cooperação entre os dois países pode abrir novos setores. O Comitê Consultivo do Conselho Empresarial Brasil-China também reforçou a ideia de maior segurança para a entrada de empresas no Brasil em meio a um ambiente regulatório complexo.
Ponto de contato de Shenzhen em São Paulo
Durante o encontro, foi inaugurado o ponto de contato em São Paulo, criado para facilitar a expansão de negócios entre Brasil, China e América Latina. A iniciativa busca conectar empresas interessadas em parcerias comerciais e ampliar redes de cooperação.
O presidente da BYD Brasil, Tyler Li, sinalizou que a reunião funciona como plataforma de aproximação entre empresas dos dois países, ampliando oportunidades de negócios e facilitando conexões.
Cooperação industrial e acordos
A diretora de Relações Internacionais da INVESTSP, Julia Saluh, informou que a relação econômica se amplia para além do agronegócio, com maior integração entre tecnologia, inovação e indústria brasileira e chinesa. Houve destaque para o aumento da troca de informações e de parcerias.
Ao fim do encontro, foram assinados cinco acordos de cooperação nos setores de comércio, serviços e articulação institucional. Representantes públicos e privados consideram o movimento como impulso para o fluxo de investimentos.
A expectativa é que o novo ponto de contato fortaleça a integração econômica entre China e Brasil, acelerando oportunidades de negócios e o intercâmbio institucional entre as duas nações.
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