- Um ataque israelense no Líbano neste sábado matou ao menos 16 pessoas, segundo a Defesa Civil Libanesa.
- Um prédio residencial de três andares foi atingido em Barish, no distrito de Tiro, sul do Líbano, ceifando a vida de uma família inteira de quatro pessoas.
- Aviões de guerra e drones israelenses atingiram vários locais no sul do Líbano e no Vale do Bekaa; Israel diz reagir a disparos do Hezbollah, que teria lançado mais de cinquenta projéteis.
- Ambos os lados afirmam cumprir o cessar-fogo, mas reiteram que responderão a ataques contra civis ou tropas, e o Hezbollah acusa Israel de tentar tomar território.
- O cessar-fogo entrou em vigor às dezesseis horas locais da última sexta-feira, conforme relatos de autoridades norte-americanas, com confirmações de Israel e do Hezbollah; o acordo envolve fim de operações em várias frentes, incluindo o Líbano, apesar da oposição de Israel.
Um ataque considerado israelense no Líbano deixou pelo menos 16 mortos neste sábado (20.jun.2026), segundo a Defesza Civil Libanesa. Entre as vítimas estava uma família de quatro pessoas, morta em um prédio residencial. O ataque ocorreu após a notícia de que um cessar-fogo com o Hezbollah havia sido estabelecido horas antes.
Testemunhas e autoridades citadas pela Reuters indicam que aviões de guerra e drones de Israel atingiram locais no sul do Líbano e no Vale do Bekaa. Um oficial militar israelense afirmou que o Hezbollah disparou mais de 50 projéteis contra forças israelenses no sul do Líbano, configurando violações repetidas do cessar-fogo.
O Exército Libanês confirmou a morte de um soldado em uma estrada entre Kfarrumman e Nabatieh, além dos danos a estruturas civis em Barish, cidade do distrito de Tiro. As informações reforçam a tensão entre as partes envolvidas, mesmo com o compromisso declarado com a trégua.
CESSAR-FOGO
Segundo a Reuters, o cessar-fogo entrou em vigor às 16h (10h no horário de Brasília) da sexta-feira precedente, 19.jun. Dois altos funcionários, um de Israel e duas fontes do Hezbollah, confirmaram o acordo.
O acordo, fruto de negociações entre EUA e Irã, prevê o fim das operações militares de todas as partes envolvidas em várias frentes, incluindo o Líbano. O governo israelense, que não participou diretamente das tratativas, manifestou resistência a disposições que considerou desfavoráveis.
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