- Neste domingo, 21, ocorre o segundo turno da eleição presidencial na Colômbia entre Iván Cepeda, apoiado por Gustavo Petro, e Abelardo de la Espriella, da direita nacionalista.
- O acordo de paz de 2016 com as Farc é o tema central, com críticos dizendo que a promessa de pacificação não foi cumprida e apoiadores defendendo o legado alcançado.
- Cepeda defende a continuidade da Paz Total, com negociações com grupos armados remanescentes e reformas sociais.
- Espriella propõe uma abordagem mais dura, inspirada em Nayib Bukele, com megaprisões e ofensiva contra guerrilhas e narcotraficantes, sem novas negociações.
- A violência permanece um tema relevante: 25 homicídios por 100 mil habitantes, contribuindo para a polarização e influências externas, como o apoio de Donald Trump a Espriella.
Neste domingo, a Colômbia realiza o segundo turno da eleição presidencial, em um pleito marcado pela polarização em torno da segurança pública e do legado do processo de paz com as Farc. A disputa envolve temas sensíveis, como acordo de paz, políticas de combate à violência e a atuação do governo.
Iván Cepeda, senador de esquerda e aliado do presidente Gustavo Petro, disputa o cargo contra Abelardo de la Espriella, advogado de direita nacionalista. Cepeda defende continuidade da agenda do atual governo, enquanto Espriella defende linha mais dura contra criminosos e guerrilhas.
O debate central é o acordo de paz assinado em 2016 com as Farc, que completa dez anos. Embora tenha reduzido a violência extrema, há frustração entre parte da população com o que é visto como promessas não totalmente cumpridas.
Cepeda apoia a continuidade da chamada Paz Total, com negociações com grupos remanescentes e reformas sociais. Espriella propõe ações mais repressivas, inspiradas em modelos de segurança dura, sem novas negociações com grupos armados.
A situação de segurança pública na Colômbia permanece estável em relação aos picos históricos, mas com homicídios ainda elevados. A taxa de 25 por 100 mil habitantes é destacada pela OMS como indicador de alerta, mantendo o tema central nas campanhas.
Há também influência externa no pleito. Apoiadores de Espriella receberam apoio de figuras internacionais, segundo relatos, enquanto o governo de Petro reagiu como interferência externa. O resultado deve indicar o alinhamento de política externa futura.
Fonte: Gazeta do Povo. A leitura completa do conteúdo pode oferecer mais detalhes sobre o tema e a cobertura completa dos acontecimentos.
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