- Foragido desde abril do ano passado, Léo Índio tem mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
- Em vídeo recente, ele aparece ao lado do pai e da mãe no lado argentino das Cataratas do Iguaçu, em Puerto Iguazú, próximo à Garganta do Diabo.
- O local fica na fronteira entre Brasil e Argentina; Léo Índio está na Argentina desde março do ano passado e tem autorização do governo de Javier Milei para permanecer no país.
- Ele apresentou uma petição à Organização dos Estados Americanos contra Moraes, alegando perseguição; o passaporte foi apreendido pela Polícia Federal em outubro de 2023 e ele foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por participação nos atos de oito de janeiro, tendo fugido para a Argentina após a denúncia.
- Caso retorne ao Brasil, deverá ser preso.
Foragido desde abril do ano passado, Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, aparece em vídeo próximo à fronteira entre Argentina e Brasil. O material mostra o primo dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro ao lado dos pais, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu, em Puerto Iguazú, durante o fim de semana.
Léo Índio tem mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, relacionado à participação em atos de 8 de janeiro. Ele permanece no exterior desde março do ano passado, após deixar o Brasil quando surgiram investigações contra ele.
No vídeo, o pai de Léo, Cláudio Márcio, afirma estar na Garganta do Diabo, principal queda das Cataratas, explicando que está no lado argentino e que a região é próxima ao Brasil. A Garganta do Diabo fica na fronteira entre os dois países e recebe grande fluxo de visitantes.
O ex-militar Cláudio Márcio afirmou que o grupo está aproveitando o local, enquanto Léo Índio permanece com autorização do governo argentino de Javier Milei para permanecer no país, conforme informações apuradas. O passaporte dele foi apreendido pela PF em outubro de 2023 durante operação policial.
Léo Índio foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República por participação nos atos de 8 de janeiro e, desde então, se ausentou do Brasil. Ele protocolou uma petição na Organização dos Estados Americanos, alegando perseguição e violação de prerrogativas, segundo reportagens. A reportagem não verifica a identidade de todos os envolvidos fora do território nacional.
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