- O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a possibilidade de colapso econômico global foi uma grande razão para ele assinar um acordo de paz provisório com o Irã.
- A admissão revela uma fraqueza dos EUA ao preparar a próxima rodada de negociações com Teerã.
- O memorando de entendimento assinado na quarta-feira reabriu o estreito de Hormuz e abriu isenções de sanções para as vendas de petróleo do Irã no mercado internacional.
- O efeito foi imediato: o preço do petróleo caiu e as ações dos Estados Unidos subiram, segundo Trump, durante coletiva de imprensa na França nesta semana.
Trump diz que o risco de colapso econômico global foi central para assinar acordo provisório com o Irã, abrindo espaço para negociações futuras. A declaração foi feita em conjunto com o memorando assinado na quarta-feira, que reabriu o Estreito de Hormuz e autorizou isenções para as vendas de petróleo iraniano no mercado internacional.
O efeito imediato foi uma queda nos preços do petróleo e alta nas ações dos EUA, conforme apontado pelo presidente em uma coletiva de imprensa na França nesta semana. As medidas visam manter o fluxo de petróleo e facilitar as conversas com Teerã.
O memorando de entendimento envolve o governo dos EUA e o Irã, com impacto direto sobre a economia global e sobre a negociação entre as partes. Analistas observam que a concessão de isenções e a reabertura do estreito alteram a dinâmica das tratativas para a próxima rodada de diálogo com Teerã.
Segundo a gestão americana, o foco das negociações continua na contenção de tensões, na garantia de abastecimento energético e na verificação de compromissos do Irã. O tema permanece central para a política externa dos EUA nos próximos meses.
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