- As urnas da Colômbia abriram às 8h e fecharam às 16h, no horário local (10h às 18h, em Brasília).
- O segundo turno é entre Abelardo de la Espriella, da oposição, e Iván Cepeda, governista.
- De la Espriella liderou o primeiro turno e pesquisas indicam que ele permanece à frente neste domingo.
- Cepeda inicialmente não reconheceu o resultado, mas recuou após cerca de uma semana.
- O governo anunciou recompensa entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milhão por informações para evitar atentados contra candidatos.
Neste domingo, 21, os colombianos vão às urnas definir o novo presidente em segundo turno entre Abelardo de la Espriella, da oposição, e Iván Cepeda, governista. O pleito ocorre no país, com voto aberto das 8h às 16h, no horário local (10h-18h em Brasília). A disputa é entre propostas de linha conservadora e políticas de esquerda.
De la Espriella, que não possui experiência política prévia, destaca-se por uma imagem de tom militar e pelo slogan Defensores da Pátria. Autodenomina-se “o Tigre” e lidera as pesquisas à frente de Cepeda, com apoio de figuras da direita latino-americana, além de receber simpatia de alguns setores internacionais. Defende combate firme ao crime e maior estreitamento com os Estados Unidos.
Cepeda, senador do Pacto Histórico, tem 63 anos e é figura da esquerda. Filho de Manuel Cepeda Vargas, assassinado em 1994, construiu carreira em defesa de direitos humanos e paz. Propõe continuidade de reformas sociais, a política de paz total e redução de desigualdades, com foco em ampliar direitos.
Cenário eleitoral
O segundo turno amplia a disputa entre posições opostas quanto à segurança, reformas e relação com o exterior. O governo colombiano informou que oferecerá recompensa entre 300 mil reais e 1,5 milhão de reais para informações que ajudem a evitar atentados e ataques contra candidatos.
Contexto e desdobramentos
No primeiro turno, la Espriella liderou as votações, elevando as expectativas para o pleito final. Cepeda reconheceu o resultado apenas cerca de uma semana após a votação, depois de análises e contestações. A campanha manteve o tom de confronto ideológico, com ataques e defesa de propostas centrais de cada lado.
O pleito ocorre sem alterações significativas no calendário oficial e segue monitorado por autoridades eleitorais para garantir a segurança do processo. Fontes de referência destacam a importância de manter o voto como expressão democrática, com cobertura de eleições, dados oficiais e análises técnicas.
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