- O presidente Gustavo Petro afirmou, em publicação no X, que uma mulher votou no lugar de seu filho Andrés Petro, que mora no exterior, e pediu mais vigilância em postos eleitorais fora do país.
- O cônsul relatou ao filho que a irregularidade “estava acontecendo muito e que antes não acontecia tanto”; apesar disso, Andrés conseguiu registrar o voto.
- Neste domingo ocorre o segundo turno da eleição presidencial na Colômbia, entre Iván Cepeda e Abelardo de la Espriella.
- Pesquisa AtlasIntel, divulgada em treze de junho, aponta quarenta e três por cento das intenções de voto para Cepeda e cinquenta e nove por cento para de la Espriella.
- No primeiro turno, realizado em trinta e um de maio, de la Espriella liderou com vantagem de quase três pontos percentuais, equivalente a duzentos e setenta e três mil votos em um universo de mais de quarenta e um milhões de eleitores.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou neste domingo que uma mulher votou no lugar de seu filho, Andrés Petro, que vive no exterior. A denúncia foi feita por meio de uma publicação no X. O presidente pediu mais vigilância em postos eleitorais fora do país.
Segundo Petro, o cônsul informou ao filho que a irregularidade vinha ocorrendo com maior frequência do que antes. Mesmo assim, Andrés conseguiu registrar seu voto. Aparentemente, o episódio não impediu a participação do eleitor.
A Colômbia realiza neste domingo o segundo turno da eleição presidencial. O pleito visa definir quem comandará o país entre 2026 e 2030, entre dois candidatos de espectros distintos.
Contexto eleitoral
Iván Cepeda, da esquerda, concorre pelo Pacto Histórico. Abelardo de la Espriella defende a direita com o grupo Defensores de la Patria. A votação decidirá o substituto de Petro no governo.
De acordo com levantamento divulgado pelo AtlasIntel em 13 de junho, De la Espriella aparecia com 50,9% das intenções de voto, frente a 43,1% de Cepeda. O estudo indica vantagem do adversário no cenário atual.
O primeiro turno ocorreu em 31 de maio, quando De la Espriella liderou a disputa por uma margem de quase 3 pontos percentuais. A diferença foi de 673 mil votos, entre mais de 41 milhões de eleitores aptos.
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