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Adolescente depõe após morte de menina de 9 anos

Adolescente de quinze anos alega ter matado menina de nove em suposta "brincadeira"; julgamento continua com revelação de detalhes do caso

Adolescente que tirou a vida da menina Aria Thrope falou
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  • O adolescente de 15 anos tirou a vida da menina Aria Thorpe, de 9 anos, no dia 15 de dezembro, em Somerset, Inglaterra; o jovem tem 16 anos e está sendo julgado.
  • A arma foi uma faca que atingiu o coração da menina; o crime ocorreu em uma residência, cuja relação entre as duas pessoas não foi esclarecida.
  • Logo após o crime, o rapaz foi à estação de trem e conversou com um grupo de jovens, confessando ter tirado a vida de Aria.
  • Ele relatou aos detetives que estava “brincando de luta” quando golpeou a faca, alegando que não esperava que a vítima reagisse daquela forma.
  • A identidade do menor permanece protegida; o caso está em andamento no tribunal e o jovem nega as acusações de homicídio.

Um adolescente de 15 anos, que tirou a vida da menina Aria Thorpe, de 9 anos, está sendo julgado. O crime ocorreu em 15 de dezembro, em Somerset, cidade litorânea da Inglaterra. O julgamento atual revelou detalhes que indicam como tudo ocorreu, incluindo o momento em que o jovem desferiu a faca.

Segundo as informações do tribunal, o suspeito, hoje com 16 anos, não teve a identidade revelada. A vítima foi encontrada sem sinais de vida por um amigo da família, que acionou o serviço de emergência. O caso segue sob investigação e está em fase de julgamento.

O jovem confessou em depoimento que utilizou uma faca e que houve uma tentativa de se esconder após o ocorrido. A defesa sustenta que ele alega ter agido em uma suposta brincadeira, mas o tribunal analisa a versão apresentada.

Depoimentos e desdobramentos no tribunal

Relatos apresentados indicam que, logo após o crime, o suspeito teria se dirigido a uma estação de trem e conversado com um grupo de jovens, admitindo o homicídio. Um dos presentes afirmou que houve tentativa de pesquisar no celular informações sobre o ato.

Os oficiais também informaram que, durante a conversa com o grupo, o adolescente pediu para consultar conteúdos no celular de alguém presente, questionando o que acontece ao matar. Um dos presentes relatou que o jovem perguntou sobre a possibilidade de pesquisar no dispositivo.

A polícia foi acionada pelo grupo, que conseguiu contatar autoridades a partir do ocorrido na estação. A defesa do jovem nega as acusações de homicídio, mantendo que o ato foi descrito como uma brincadeira durante a conversa com os amigos.

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