- Abelardo de la Espriella venceu o segundo turno na Colômbia com 49,66% dos votos, contra 48,70% de Iván Cepeda; a diferença fica abaixo de 300 mil votos, conforme a contagem preliminar.
- Cepeda e seu grupo de observadores contestam o resultado em cerca de 33.000 seções eleitorais, e solicitam o escrutínio oficial.
- O escrutínio, que é a recontagem oficial dos votos, começa no dia seguinte à eleição e é realizado por comissões formadas por juízes, tabeliães e outros funcionários eleitorais.
- Abelardo de la Espriella, natural de Bogotá, tem 47 anos, é advogado e ficou conhecido como “El Tigre”; propõe reformas em órgãos públicos, combate à corrupção e à má gestão, desmantelamento de grupos armados e redução do tamanho do Estado.
- O vencedor da direita recebeu apoio público de figuras internacionais, incluindo o ex-presidente dos Estados Unidos, e a campanha destacou propostas voltadas a licitações públicas, tributação e custos do setor produtivo.
O resultado preliminar aponta vitória de Abelardo de la Espriella, com 49,66% dos votos, frente a 48,70% de Iván Cepeda. A eleição ocorreu no domingo, 21 de junho de 2026, na Colômbia, em segundo turno, conforme contagem inicial.
Cepeda, aliado de Gustavo Petro, não reconheceu imediatamente a derrota e informou que seu grupo de observadores contestará resultados em cerca de 33 mil seções eleitorais em todo o país. A oposição pede escrutínio adicional para algumas mesas.
Escrutínio e contestações
A recontagem oficial, chamada escrutínio, começa no dia seguinte à votação e é realizada por comissões compostas por juízes, tabeliães e outros funcionários eleitorais. Documentos são checados, inconsistências avaliadas e contestações analisadas para possível nova conferência de votos.
Entre os dados de Abelardo de la Espriella, o candidato é natural de Bogotá, tem 47 anos e nunca disputara cargo eletivo. O político, conhecido como El Tigre, lidera o movimento Defensores de la Patria e traz referências de líderes de direita internacionais.
As propostas da campanha de De la Espriella incluem mudanças na direção de instituições públicas, combate à corrupção, desmantelamento de estruturas de poder paralelas, reformas no sistema de licitações, redução do tamanho do Estado e cortes de tributos e custos para o setor produtivo.
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