- Fatmata Sessay, cidadã de Serra Leoa, vive há cerca de seis meses no Aeroporto Internacional de Belém, no Pará.
- Ela chegou ao Brasil há cerca de um ano para estudar, mas não regularizou a situação migratória e não possui documentos para permanecer ou viajar.
- Fatmata afirmou que tentou ajuda das autoridades brasileiras, porém não teve sucesso até o momento.
- Organizações humanitárias acompanham o caso e buscam apoio das autoridades para regularizar a situação e permitir a viagem ao Panamá, destino final.
- A Secretaria de Segurança Pública do Pará informou que trabalha com autoridades migratórias e consulares para garantir direitos e liberdade de circulação, com previsão de saída em agosto.
Fatmata Sessay, cidadã da Serra Leoa, vive há cerca de seis meses no Aeroporto Internacional de Belém, no Pará. Ela só deve deixar o local em agosto, quando poderá seguir viagem para o Panamá, seu destino final.
Segundo relatos divulgados por Fatmata, chegou ao Brasil há cerca de um ano com o objetivo de estudar. Sem documentos que autorizem a permanência, não consegue obter autorização para viajar.
Ela afirma ter tentado buscar ajuda junto às autoridades brasileiras, mas não obteve sucesso. Organizações humanitárias atuam para regularizar a situação e viabilizar a viagem ao Panamá, onde há familiares.
Status migratório e próximos passos
A Secretaria de Segurança Pública do Pará afirmou estar ciente do caso. O órgão disse que busca solução junto a autoridades migratórias e consulares para assegurar direitos e a liberdade de circulação de Fatmata.
Enquanto não há resposta definitiva, Fatmata permanece no aeroporto, aguardando uma oportunidade de seguir para outro país e recomeçar a vida. A história ilustra dificuldades enfrentadas por migrantes no Brasil.
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