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Justiça sul-coreana condena brasileira por perseguição a Jung Kook do BTS

Justiça sul-coreana condena brasileira por perseguição a Jung Kook; pena suspensa, deportação e medidas de restrição após 22 visitas e 133 toques no interfone

Jungkook, integrante do BTS, posa com camisa clara em foto oficial da Hublot
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  • Tribunal Distrital Ocidental de Seul condenou uma brasileira de 29 anos por perseguição, invasão de domicílio e violação da Lei de Controle de Imigração contra Jung Kook, do BTS, com pena de um ano de prisão com execução suspensa por dois anos de liberdade condicional, 40 horas de curso de reabilitação para infratores de stalking, e deportação imediata após tramites.
  • A acusada visitou o apartamento de Jung Kook 22 vezes entre outubro e novembro do ano passado, deixou cartas, fotos e presentes, e acionou o interfone 133 vezes seguidas durante a noite.
  • Para burlar a segurança, aproveitou a entrada de um entregador para invadir áreas comuns do prédio; mesmo após advertência policial, seguiu com as aproximações.
  • A justificativa para a suspensão da pena foi a inexistência de antecedentes criminais no país, ausência de intenção de causar danos físicos e não ter entrado no interior da residência.
  • A deportação ocorrerá assim que os trâmites legais terminarem; familiares no Brasil acompanham o caso e afirmam que ela tem transtornos mentais diagnosticados desde 2021.
  • A companhia de entretenimento Bighit Music informou que endureceu protocolos de segurança e mantém política de tolerância zero contra violação dos direitos de artistas.

O Tribunal Distrital Ocidental de Seul condenou uma brasileira de 29 anos por perseguição, invasão de domicílio e violação da Lei de Controle de Imigração. O caso envolveu Jung Kook, integrante do BTS, alvo de assédio entre outubro e novembro do ano passado. A pena inclui um ano de prisão com execução suspensa por dois anos de liberdade condicional, 40 horas de curso de reabilitação para infratores de stalking, e uma ordem de restrição que proíbe aproximação a menos de 100 metros da residência do cantor, bem como contato por telefone e redes sociais, além de deportação imediata.

Entre as ações, a brasileira visitou o apartamento de Jung Kook 22 vezes em um único mês, monitorando a rotina do artista, deixando cartas, fotos e presentes na propriedade. Em episódio grave, acionou o interfone da residência 133 vezes durante a madrugada. Para burlar a segurança do condomínio, utilizou a passagem de um entregador para invadir áreas comuns do prédio. Mesmo após advertência policial e ordem de restrição de emergência, retornou ao local.

Fatos e penalidade

As autoridades também identificaram que a ré residia de forma irregular na Coreia do Sul, com visto de permanência vencido. A decisão não considerou a intenção de causar dano físico nem invasão do interior da residência, aspectos que contribuíram para a suspensão da pena. A deportação deverá ocorrer assim que os trâmites legais forem concluídos.

Na família brasileira, a apreensão é constante. Parentes disseram que ela viajou a Seul sem avisos prévios e que já registra transtornos mentais diagnosticados desde 2021. O objetivo é que, após a deportação, receba tratamento psiquiátrico sob cuidados da família.

Histórico e panorama do caso

O episódio não é inédito: no ano anterior, uma mulher de 40 anos foi presa ao tentar invadir a casa de Jung Kook. Na ocasião, o cantor revelou, durante transmissão ao vivo, ter acompanhado os acontecimentos pelas câmeras de segurança. Em resposta aos casos de stalking, a gravadora BigHit Music informou ter endurecido protocolos de segurança e mantido política de tolerância zero, com medidas criminais contra violações dos direitos de artistas.

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