- Três idosos morreram na França por causas ligadas ao calor extremo na região de Bordeaux no fim de semana.
- Em Bordeaux, as temperaturas podem passar de quarenta e dois graus; a Meteo France aponta alerta vermelho para quarenta e nove regiões administrativas.
- Quase dois mil setecentos estabelecimentos de ensino franceses devem fechar ou alterar horários por causa da onda de calor.
- Na Espanha, a Agência Estatal de meteorologia (Aemet) emitiu alerta vermelho para o País Basco, com San Sebastián estimada a atingir quarenta graus Celsius.
- O Ministério do Trabalho espanhol monitora cumprimento de leis que permitem reduzir jornadas; trabalhadores podem ter até quatro dias de licença remunerada se não puderem ir ao trabalho.
Três pessoas morreram na França em meio à onda de calor que atinge o país, com o agravante de temperaturas acima de 40°C no sudoeste. Até o momento, quase 2.700 escolas francesas devem fechar ou adaptar seus horários devido aos alertas emitidos.
A região de Bordeaux registra temperaturas previstas acima de 42°C para esta segunda-feira, segundo a Meteo France. Várias autoridades confirmaram que 49 regiões estarão sob alerta vermelho de calor. Entre os óbitos, estão três idosos entre 80 e 95 anos, ocorridos no fim de semana, conforme informações da France TV.
Três dias consecutivos de calor intenso mobilizam autoridades de saúde, que recomendam medidas de proteção. Não houve confirmação de mortes associadas a desastres causados por calor, apenas problemas de saúde relacionados à temperatura extrema. A ministra da Saúde afirmou que a situação pode durar dias.
França: impacto e medidas oficiais
O governo destaca que as temperaturas devem se manter elevadas por tempo ainda indeterminado. Fontes oficiais indicam necessidade de hidratação, evitar exposição ao sol nos horários de pico e monitoramento de grupos vulneráveis.
Europa: extensão do calor e resposta trabalhista na Espanha
Na Espanha, a Aemet emitiu alerta vermelho para o País Basco, com previsão de 40°C em San Sebastián, superando a média histórica para o dia 22 de junho. Em contraste, cidades do sul, como Sevilha e Córdoba, também enfrentam elevação acentuada.
O Ministério do Trabalho espanhol acompanha o cumprimento das leis que permitem redução ou ajuste de jornada diante de alertas meteorológicos. Trabalhadores podem ter até quatro dias de licença remunerada se não conseguirem chegar ao trabalho por condições climáticas extremas.
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