- O Banco Interamericano de Desenvolvimento anunciou em Roma o aporte de US$ 5,8 bilhões (R$ 29 bilhões) para a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.
- A iniciativa visa acelerar a erradicação da fome e da pobreza por meio de políticas e programas nacionais baseados em evidências.
- A aliança reúne mais de 215 membros, incluindo 107 países, 31 organizações internacionais, 14 instituições financeiras internacionais e mais de 63 entidades filantrópicas e não governamentais.
- Junto aos US$ 5,8 bilhões, o BID já destinou US$ 4,1 bilhões no ano anterior, chegando a aproximadamente US$ 10 bilhões em dois mil e vinte e quatro e dois mil e vinte e cinco, o que representa 40% da meta de US$ 25 bilhões até 2030.
- Os recursos poderão ser usados como empréstimos ou cooperação técnica com doações, com detalhes sobre a distribuição entre países e tipos de instrumento a serem anunciados na próxima semana; a co-presidência fica com Eva Granados e Wellington Dias.
O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anunciou, em Roma, a destinação de US$ 5,8 bilhões (R$ 29 bilhões) para a Aliança Global contra Fome e Pobreza. A iniciativa, apoiada pelo governo brasileiro, tem como objetivo coordenar políticas de combate à pobreza em âmbito internacional.
Segundo o BID, os recursos podem ser usados em empréstimos e em cooperação técnica com doações. A distribuição entre países beneficiados e entre operações de crédito e recursos não reembolsáveis será detalhada pela instituição na próxima semana.
A Aliança reúne mais de 215 membros, incluindo 107 países, 31 organizações internacionais, 14 bancos multilaterais e mais de 63 entidades da sociedade civil. A coordenação é feita com o objetivo de apoiar programas nacionais de larga escala baseados em evidências.
O aporte recente soma-se a US$ 4,1 bilhões já destinados em 2023 para programas sociais diversos. Com isso, o BID contabiliza US$ 10 bilhões para 2024 e 2025, equivalente a cerca de 40% da meta de US$ 25 bilhões até 2030.
A governança da Aliança tem co-presidência de Eva Granados, secretária de Estado para Cooperação Internacional da Espanha, e Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social do Brasil. A estrutura envolve governos, bancos multilaterais e organizações da sociedade civil.
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