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Fã de Jungkook pode ser deportada da Coreia por tocar campainha 133x

Fã brasileira de Jungkook pode ser deportada da Coreia após perseguição com 133 toques na campainha, prisão suspensa e medidas de restrição impostas

(Foto: Weverse – BTS)
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  • Uma fã brasileira de Jungkook foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão com pena suspensa por dois anos e pode ser deportada por perseguição obsessiva.
  • Segundo o tribunal, a perseguição começou em dezembro do ano passado; ela visitou a residência do artista em Seul cerca de 22 vezes em menos de dois meses.
  • A jovem, alegando agir “por amor”, rodeava a propriedade, arremessava objetos por cima do muro e deixava cartas e fotografias na fresta da porta; chegou a tocar a campainha 133 vezes em uma única visita.
  • Dias depois de ser presa em flagrante ao seguir um entregador de comida, recebeu uma advertência formal, mas continuou a frequentar o perímetro, o que levou a uma medida de emergência para mantê-la a pelo menos 100 metros do local; o caso foi encaminhado aos promotores em fevereiro.
  • O BTS continua com shows pelo mundo, incluindo a turnê BTS World Tour Arirang, que passará por São Paulo em 28, 30 e 31 de outubro de 2026, no Estádio do Morumbi.

Uma fã brasileira de Jungkook, integrante do BTS, foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão com pena suspensa por dois anos, sob acusação de perseguição obsessiva. Ela pode ser deportada do país após violar ordens de restrição.

Segundo documentos do tribunal, a perseguição começou em dezembro do ano passado. A brasileira visitou a residência de Jungkook em Seul cerca de 22 vezes em menos de dois meses, buscando contato com o cantor.

A acusação aponta que a fã rodeava a casa, arremessava objetos por cima do muro e deixava cartas e fotografias na fresta da porta, alegando agir “por amor” ao artista. A ação culminou em tocar a campainha do cantor 133 vezes seguidas.

Dias após o feito, a mulher foi presa em flagrante ao seguir um entregador de comida para o condomínio, tentando acessar o local por um portão lateral. Libertada no dia seguinte, recebeu uma advertência formal, mas desrespeitou novamente as ordens.

A polícia emitiu medida de emergência para manter distância mínima de 100 metros do imóvel, diante da insistência da suspeita. Em fevereiro, o caso foi encaminhado aos promotores para prosseguimento processual.

O juiz considerou atenuantes na sentença, destacando que o risco de reincidência imediata não é significativo. O histórico de perseguição contra integrantes do BTS reflete um problema recorrente envolvendo sasaengs, fãs com comportamentos obsessivos.

Jungkook já tinha usado as redes sociais para denunciar violações de privacidade e alertar sobre medidas legais contra invasões. A posição do artista reforça o endurecimento de autoridades sul-coreanas frente a casos de stalking envolvendo celebridades.

Apesar das ocorrências de segurança, o BTS mantém agenda internacional. A banda realiza a turnê mundial Arirang e tem shows confirmados no Brasil, incluindo São Paulo, com apresentações nos dias 28, 30 e 31 de outubro, no Estádio Morumbi.

A programação visa atender fãs locais e globais, mantendo a promessa de apresentações globais do grupo. A defesa da fã brasileira permanece sob análise, e o processo segue trâmite legal na Coreia do Sul.

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