- Procuradores no Quênia vão acusar 16 estudantes de homicídio em relação à morte de colegas após um incêndio suspeito em Utumishi Girls’ School, em Gilgil, cerca de 120 km ao NW de Nairobi.
- Oito estudantes foram detidos após a polícia indicar possível envolvimento e o Ministério Público aprovou as acusações contra os implicados.
- O incêndio, em 28 de maio, atingiu o andar superior de um dormitório com 135 beliches e 202 residentes, forçando a fuga por uma única porta de saída que não abriu.
- As investigações envolveram entrevistas com estudantes e funcionários e revisão de imagens de CCTV; oito jovens foram identificados como “interessados” na organização e execução do fogo.
- O Office of the Director of Public Prosecutions alerta para o aumento de casos de incêndios criminosos em instituições de ensino e afirma que responsáveis serão responsabilizados; o ministro da Educação citou brechas de segurança, como superlotação e saída de emergência fechada.
Após um incêndio em um dormitório de Utumishi Girls’ School, em Gilgil, a norte de Nairobi, dezenas de estudantes ficaram feridos e 16 morreram. A polícia suspeita que o fogo tenha sido intencional e que haja participação de alunos.
Segundo a promotoria, oito estudantes foram identificados como pessoas de interesse na investigação. Eles foram detidos e serão formalmente acusados no tribunal, após avaliação de provas pelas autoridades.
A DPP aprovou as acusações contra os envolvidos. Os estudantes deverão comparecer ao tribunal em Naivasha na quarta-feira. O fogo ocorreu na manhã de 28 de maio, em um dormitório com 202 residentes.
Processo e próximas etapas
A ODPP informou que as acusações contra os suspeitos somam 16 crimes de homicídio relacionados ao incidente. Não foram divulgados números exatos de acusados nem a data exata da audiência.
A investigação envolveu entrevistas com alunos e funcionários, bem como a análise de imagens de CCTV. A escola tem 135 beliches no andar atingido e uma única passagem de saída.
Autoridades destacaram preocupação com o aumento de casos de incêndio criminoso em instituições de ensino e ressaltaram que responsabilização ocorrerá. A educação pública também acompanha a avaliação de falhas de segurança no local.
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