- As negociações para o fim da guerra na Ucrânia estão paralisadas, com os enviados especiais dos Estados Unidos mudando o foco para encontros de cessar-fogo com o Irã.
- A Rússia acusa os EUA de não cumprirem entendimentos firmados em agosto de 2025, em uma cúpula no Alasca.
- A Ucrânia passou a atacar mais pontos-chave da infraestrutura russa e de aliados, como a Crimeia e Belarus.
- Os ataques têm contribuído para crises de abastecimento na Rússia e para a elevação dos preços dos combustíveis.
- O pesquisador Vitelio Brustolin afirma que a maré virou contra a Rússia e que não há sinal de aproximação para negociações de paz.
As negociações para encerrar o conflito na Ucrânia estão paralisadas após mudanças no foco dos enviados dos EUA, que passaram a tratar de um cessar-fogo com o Irã. A Rússia acusa Washington de não cumprir acordos firmados em 2025 na cúpula do Alasca.
Segundo especialistas, a Ucrânia intensificou ataques a infraestrutura russa e a alvos estratégicamente ligados a aliados de Moscou, como a Crimeia e Belarus. As ações tem pressionado o governo russo e ampliado os impactos logísticos internos.
O porta-voz russo e analistas apontam que as investidas prejudicam o abastecimento russo e elevam os preços dos combustíveis, criando tensões econômicas internas. A verificação de danos e a resposta russa permanecem em foco.
Pesquisadores destacam que, desde o confronto com a ideia de cessar-fogo, a pauta tem sido dominada por ataques a pontos-chave de infraestrutura, dificultando qualquer perspectiva de negociação entre as partes.
Para o momento, a avaliação de especialistas aponta que a maré geopolítica está desfavorável à Rússia, com a continuidade da guerra sem sinal claro de negociações de paz. O cenário mantém-se volátil e incerto.
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