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EUA anunciam ataque na Síria e morte de comandante do Estado Islâmico

EUA anunciam ataque à Síria que matou o comandante do Estado Islâmico, em apoio a Ahmed Al-Sharaa e para desmantelar células do grupo

Menino tenta subir em um projétil iraniano não detonado que caiu em um campo aberto nos arredores de Qamishli, no leste da Síria, na quarta-feira, 4 de março de 2026. — Foto: Baderkhan Ahmad/AP
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  • Forças norte‑americanas disseram ter atacado a Síria na semana passada, matando Ali Husayn al‑‘Ulaywi, um dos comandantes do Estado Islâmico.
  • A operação foi apresentada como apoio ao governo sírio, rival do Estado Islâmico, e parte de esforços para defender parceiros na região.
  • Mesmo enfraquecido, o Estado Islâmico continua atuando na Síria por células clandestinas.
  • O presidente Donald Trump tem apoiado Ahmed Al‑Sharaa, que chegou ao poder após derrubar Bashar al‑Asad; o líder sírio tem sido apresentado como moderado.
  • O Cent com afirmou que a ofensiva faz parte de ações para interromper e eliminar terroristas que visam atacar EUA ou seu território, conforme declaração do almirante Brad Cooper.

Os Estados Unidos anunciaram ter realizado um ataque na Síria, matando um dos líderes do Estado Islâmico. A operação ocorreu na semana passada e foi divulgada nesta quarta-feira pelas Forças Armadas norte-americanas. O alvo foi identificado como Ali Husayn al-‘Ulaywi, localizado no noroeste da Síria.

Segundo o comunicado, a ofensiva integra esforços dos EUA para defender parceiros na região e continuar interrompendo atividades do grupo. A missão é apresentada como parte da estratégia de combater terroristas que atuam fora dos Estados Unidos.

Contexto regional

O Estado Islâmico, apesar de enfraquecido, mantém células ativas na Síria. O grupo é apresentado como rival do governo sírio, formado por grupos rebeldes que derrubaram Bashar al-Assad em 2024.

A divulgação também liga a operação ao apoio do governo americano a Ahmed Al-Sharaa, que passou a liderar o país após o golpe. Sharaa busca apresentar uma agenda moderada e a reconciliação nacional, em meio à devastação do conflito.

Evolução política

O líder sírio candidato a estabilizar o país recebeu elogios de Washington. O presidente norte-americano chegou a mencionar que Al-Sharaa realizou um trabalho relevante ao reorganizar o aparato estatal, conforme o governo dos EUA.

Em outra frente, uma proposta recente envolvendo Israel sinalizou uma transferência de responsabilidade na luta contra o Hezbollah, mas o governo israelense negou a possibilidade de mudança. As informações foram divulgadas por autoridades americanas.

Declarações oficiais

O Comando Central dos EUA reforçou que a operação permanece alinhada aos esforços para interromper e eliminar remanescentes do EI que possam atacar o território americano ou seus aliados. O almirante Brad Cooper, chefe do Centcom, reiterou o compromisso com a derrota duradoura do grupo.

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