- O Senado dos Estados Unidos aprovou resolução que restringe novas ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso, por 50 a 48, com quatro senadores do Partido Republicano de Trump votando contra.
- A medida também pede a retirada de militares norte‑americanos da região envolvida no conflito.
- O presidente Donald Trump afirmou nas redes sociais que os senadores tornaram o seu trabalho mais difícil.
- O professor Vitelio Brustolin afirma que a aprovação indica falta de apoio do Congresso a novas ofensivas e que o Irã pode usar isso em negociações.
- Os índices de aprovação de Trump caíram para 34%, em meio ao aumento de custos com inflação e aos impactos da guerra.
O Senado dos Estados Unidos aprovou uma resolução que restringe novas ações militares contra o Irã sem autorização do Congresso. O placar ficou em 50 votos a 48, com quatro republicanos favoráveis à ideia de Trump divergindo da maioria.
A medida também solicita a retirada de militares norte-americanos da região envolvida no conflito. O presidente Donald Trump reagiu pelas redes sociais, afirmando que a decisão dificulta seu trabalho.
Segundo o professor Vitelio Brustolin, relações internacionais, a aprovação sinaliza que Trump não tem apoio suficiente para novas ofensivas. O Irã poderia usar esse quadro como cartão de negociação caso as conversas não avancem.
Entre enquanto isso, índices de aprovação de Trump caem nos EUA, chegando a 34%, menor nível do segundo mandato. Pesquisas indicam que a alta inflação e os custos da guerra pesam na popularidade do líder.
Brustolin explica que, mesmo sem comprar combustível dos países do Golfo, os EUA, maior produtor mundial, sofrem impactos de preços internacionais. O efeito é sentido no mercado interno, inclusive na inflação de itens como alimentação.
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