- Trump se recusa a sancionar a nova lei de habitação até que o Congresso aprove a reforma eleitoral Save America Act.
- A lei de habitação, aprovada no dia 23 com apoio de ambos os partidos, busca facilitar a construção de novas unidades e acelerar avaliações ambientais.
- O Save America Act manda que estados exijam comprovante de cidadania e documento de identidade com foto para votar; democratas dizem que as medidas são discriminatórias.
- Trump afirmou que a assinatura da lei de habitação está cancelada até a aprovação da reforma eleitoral, após decretos anteriores terem sido bloqueados por liminar e, posteriormente, por decisão de uma juíza federal.
- O presidente se reuniu com a bancada republicana do Senado para reduzir tensões; o Senado aprovou, em sessão anterior, uma resolução não vinculativa para a retirada de forças do Irã, o que irritou Trump.
Donald Trump recusou-se a sancionar a lei de habitação até que o Congresso aprove uma reforma eleitoral que imponha restrições às votações. A reação ocorreu na noite de quarta-feira, 24, nos EUA, via postagem nas redes sociais.
A lei de habitação, aprovada na terça-feira, 23, recebeu amplo apoio bipartidário no Congresso. O objetivo é facilitar a construção de novas unidades e acelerar avaliações de impacto ambiental, reduzindo entraves regulatórios.
Trump classificou o texto como de “importância menor” frente à reforma eleitoral. A medida eleitoral, chamada SAVE AMERICA ACT, exige comprovante de cidadania e documento com foto para votar, segundo os democratas, o que eleva a posição de veto.
Desdobramentos
O presidente manteve contato com a bancada republicana do Senado nesta quarta-feira para buscar unidade diante da oposição. O Senado aprovou, na terça, uma resolução não vinculativa ordenando a retirada de forças americanas do conflito com o Irã, medida que irritou o chefe do Executivo.
Segundo a Casa Branca, a pressão para a aprovação da reforma eleitoral continua alta, enquanto líderes republicanos dizem que as mudanças dependem de negociações no Congresso. A tensão política segue como tema central na agenda do partido.
Este conteúdo cita informações da AFP, com confirmação de fontes oficiais.
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