- Alemanha informou que pode enviar até seis aeronaves de transporte A400M para apoiar operações de resgate na Venezuela, caso o governo venezuelano peça oficialmente ajuda.
- Os terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira deixaram ao menos 32 mortos e mais de 700 feridos.
- O sismo mais forte foi magnitude 7,5, o maior na Venezuela em mais de um século; o primeiro abalo foi de 7,2, com menos de um minuto entre eles.
- A região de La Guaira foi a mais afetada; o Aeroporto Internacional de Maiquetía ficou fechado e prédios desabaram em Caracas.
- Países da região manifestaram solidariedade; os Estados Unidos disseram estar prontos para ajudar, enquanto equipes de resgate atuam nas áreas atingidas.
A Alemanha ofereceu apoio militar à Venezuela após os terremotos ocorridos no país. O governo alemão informou, na quinta-feira (25/6), que poderá enviar até seis aeronaves de transporte A400M caso a Venezuela solicite formalmente ajuda. A decisão envolve as forças armadas alemãs, segundo o ministro Boris Pistorius.
Os tremores de quarta-feira (24/6) deixaram ao menos 32 mortos e mais de 700 feridos. O terremoto principal teve magnitude 7,5, segundo o USGS, o mais forte na Venezuela em mais de um século. O primeiro abalo ocorreu às 18h04, seguido de uma réplica semelhante menos de um minuto depois.
A região mais afetada é o estado de La Guaira, que ainda não teve levantamento completo divulgado. A presidente interina Delcy Rodríguez informou dezenas de edifícios desabados e classificou a área como zona de desastre, com o Aeroporto de Maiquetía fechado.
Caracas registrou destruição generalizada; um prédio de 22 andares desabou em Chacao. Equipes de resgate trabalham para localizar sobreviventes entre os escombros, enquanto moradores vivem momentos de pânico.
Reação internacional
O governo dos Estados Unidos classificou as vítimas como devastadoras e afirmou disponibilidade para assistência. Outras nações da região manifestaram solidariedade e disseram estar prontas para colaborar com o governo venezuelano. Autoridades locais continuam atualizando o balanço de danos.
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