- Enquanto orava o Salmo 91 durante o terremoto na Venezuela, uma parede desabou ao lado de Luz Marina Guerrero Costa, mas ela ficou ilesa.
- Luz Marina relatou tontura antes de começar a orar e destacou que pessoas ficaram presas sob os escombros; equipes de resgate atuam no local.
- Os tremores, de magnitudes 7,5 e 7,2, ocorreram em menos de um minuto e deixaram 164 mortos e mais de 970 feridos.
- Igrejas e ministérios, incluindo a JOCUM em Caracas, mobilizam ajuda; prédios e casas foram danificados.
- O Itamaraty informou não haver registro de brasileiros entre as vítimas; o governo venezuelano suspendeu aulas e serviços não essenciais, com apoio internacional sendo providenciado.
Luz Marina Guerrero Costa, moradora do bairro Catia, em Caracas, afirmou ter vivido um livramento durante o terremoto que abalou a Venezuela na última quarta-feira. Enquanto orava o Salmo 91, um muro desabou ao seu lado, mas ela não foi atingida.
A idosa relatou que chegou a se sentir mal antes do susto, atribuindo a sensação a problemas de saúde. A queda de paredes aconteceu pouco depois, e moradores disseram ter visto estruturas desabar sobre quem passava pela região.
Apesar do susto, Luz Marina saiu ilesa. Ela contou que várias pessoas ficaram presas sob os escombros e foram resgatadas pelas equipes de emergência.
Contexto do terremoto
Os tremores tiveram magnitudes de 7,5 e 7,2, atingindo diversas regiões do país, e deixaram 164 mortos e mais de 970 feridos. Os desabamentos foram fenômeno comum nas áreas atingidas, dificultando as operações de resgate.
A mobilização de cristãos no local ganhou destaque, com igrejas e ministérios atuando para atender as vítimas. Pablo Salcedo, diretor da JOCUM em Caracas, ressaltou danos a prédios e residências, além de descrever a atuação rápida dos missionários.
O Itamaraty informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas. A presidente interina Delcy Rodríguez agradeceu o apoio internacional e aguardava a chegada de socorristas estrangeiros nas próximas horas. O governo venezuelano suspendeu aulas e serviços não essenciais para facilitar o atendimento emergencial.
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