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Maduro, detido nos EUA, pede união nacional após terremotos na Venezuela

Mesmo detido nos Estados Unidos, Maduro divulga mensagem pedindo união nacional após dois terremotos devastarem a Venezuela e cobra solidariedade e reconstrução

Nicolás Maduro discursa em Caracas, em 2024
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  • Maduro, preso nos Estados Unidos desde janeiro, divulgou mensagem pelas redes sociais.
  • A mensagem, publicada em nome dele e de Cilia Flores, pede união nacional e solidariedade após os dois terremotos na Venezuela.
  • O texto afirma que o país tem enfrentado grandes provações e convoca serenidade, proteção, compartilhamento e reconstrução.
  • Na publicação, há menção a Nova York e à data de quarta-feira, 24, e o ex-líder se apresenta como Presidente Constitucional da República Bolivariana da Venezuela.
  • A mensagem agradece e convoca apoio a equipes de resgate, às forças de segurança, à Defesa Civil e a voluntários.

Nicolás Maduro, ex-líder da Venezuela, está detido nos Estados Unidos desde janeiro. Nesta quinta-feira, 25, ele divulgou uma mensagem pelas redes sociais dirigida às pessoas atingidas pelos dois terremotos que atingiram o país.

A comunicação foi publicada em nome de Maduro e de Cilia Flores, esposa dele também presa nos EUA. O texto indica Nova York como local de publicação e menciona a data de quarta-feira, 24, quando ocorreram os abalos.

No conteúdo, Maduro afirma que a Venezuela enfrenta grandes provações e convoca a população à união nacional, à serenidade e à solidariedade. O objetivo é incentivar ações de ajuda, proteção e reconstrução.

Segundo a mensagem, a nação precisa apoiar equipes de resgate, polícia, forças armadas, defesa civil, médicos, bombeiros, trabalhadores e voluntários. O tom é de apoio às iniciativas de enfrentamento da crise.

As informações foram divulgadas pela agência de notícias AFP e repercutiram nas redes sociais, onde o ex-líder mantém atuação frente ao governo de fato que busca manter persuasão entre seus apoiadores.

Ainda não há confirmação de novas medidas legais sobre o caso de Maduro nos EUA, e autoridades venezuelanas não comentaram oficialmente o conteúdo da mensagem publicada pelas redes sociais.

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