- Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 atingiram áreas a oeste de Caracas, derrubando edifícios e deixando pessoas presas sob escombros.
- Até o momento, são 164 mortes e quase 1.000 feridos; o USGS estima que o número de vítimas pode chegar a milhares, com probabilidade de superar 10.000.
- Os EUA, em contato com autoridades venezuelanas, mobilizam ajuda humanitária e equipes de busca e resgate; o vice‑secretário de Estado, Christopher Landau, chamou os terremotos de devastadores.
- Diversos países anunciaram apoio, com Catar, México e El Salvador já enviando equipes; Brasil, Argentina, Chile e República Dominicana também ofereceram assistência.
- A embaixada dos EUA informou que todo o pessoal americano está seguro; Delcy Rodríguez agradeceu a Trump e manteve contato com líderes que ofereceram auxílio.
Diversos países mobilizam ajuda à Venezuela após terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 que atingiram áreas a oeste de Caracas na quarta-feira. O tremor derrubou edifícios e deixou pessoas presas, elevando o alerta sobre danos generalizados.
Até o momento, foram contabilizadas 164 mortes e quase 1.000 feridos. O USGS projeta que o número de vítimas pode chegar a milhares, com probabilidade de superar 10.000.
Os EUA informaram que estão em contato com autoridades venezuelanas e mobilizam assistência humanitária. Em X, o vice‑secretário de Estado, Christopher Landau, chamou os desastres de devastadores.
Jeremy Lewin, do Departamento de Estado, disse que equipes de busca e resgate, suprimentos médicos e apoio logístico serão enviados nos primeiros dias, em parceria com o governo interino venezuelano.
Marco Rubio, senador e secretário de Estado interino, afirmou que a resposta será coordenada, rápida e eficaz, citando danos ao aeroporto internacional de Caracas, com rachaduras na pista.
Reações internacionais
Delcy Rodríguez agradeceu ao presidente Donald Trump e informou ter conversado com Rubio por telefone, sem detalhar o conteúdo. Líderes de países como Equador, Catar, México e El Salvador anunciaram ajuda.
A embaixada dos EUA em Caracas informou que todo o pessoal está seguro. As relações entre EUA e Venezuela passaram por ajustes desde a captura de Maduro por forças americanas, no início deste ano.
Ajuda regional e de outros países
O Brasil informou que colocou a diplomacia à disposição para apoiar a Venezuela. Lula solicitou avaliações de medidas de assistência com a embaixada de Brasília em Caracas.
Equador enviou ajuda humanitária; El Salvador prometeu remeter 300 resgatistas, 50 toneladas de equipamentos e suprimentos. Argentina, Chile e República Dominicana também cogitam auxílio.
Contexto e próximos passos
Autoridades venezuelanas trabalham para avaliação de danos e coordenação de operações de resgate. A comunidade internacional mantém vigilância sobre o desenvolvimento da crise humanitária no país.
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