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Passageiros em voo com médico infectado sob suspeita de contaminação

França confirma o primeiro caso de Ebola no país, em médico que retornou da República Democrática do Congo; cinco passageiros do voo da Air France são monitorados

Médico pode ter contaminado passageiros em voo
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  • França confirmou o primeiro caso positivo de Ebola em território nacional, em médico que retornava da República Democrática do Congo e chegou a Paris em voo da Air France.
  • O paciente estava quase assintomático durante o voo, com apenas dores de cabeça, e há suspeita de contaminação de mais cinco passageiros.
  • Ao aterrissar, o médico foi isolado e recebeu atendimento; está em condição estável e com carga viral muito baixa.
  • Autoridades identificaram cinco possíveis contatos e os colocaram em isolamento por precaução; o risco de transmissão permanece baixo.
  • A Organização Mundial da Saúde informou que o risco global continua baixo; a ALIMA confirmou que o médico era parte de sua equipe e investiga a origem da contaminação.

A França confirmou nesta quarta-feira o primeiro caso de Ebola identificado em território nacional. O paciente é um médico que retornou de missão na República Democrática do Congo, país africano com surto ativo. Ele desembarcou em Paris na terça, em voo da Air France, apresentando apenas dor de cabeça.

Segundo o Ministério da Saúde, o médico estava quase assintomático durante o voo. Ao aterrissar, foi isolado e recebeu atendimento médico; seu estado era estável e a carga viral, muito baixa. Autoridades trabalham para identificar possíveis contaminados entre os demais passageiros.

Contatos e medidas

A Air France informou ter fornecido a lista de passageiros às autoridades. A ministra Stéphanie Rist disse que outros cinco ocupantes foram considerados contatos suspeitos e colocados em isolamento preventivo. O gabinete do primeiro-ministro acompanha a evolução do caso.

O Ministério da Saúde enfatizou que o risco de transmissão continua baixo. A OMS, representada por Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que o risco global permanece baixo. A ALIMA informou que o médico fazia parte de seus colaboradores e trabalha para entender a cadeia de contágio.

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