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Samantha Power comenta um ano sem a USAID e impactos do soft power

Um ano após o fechamento da USAID, Samantha Power analisa impactos, aponta lições e o que faria de forma diferente no repensar da cooperação externa

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  • Quase um ano após a administração Trump fechar a USAID, Samantha Power, ex-líder da agência, participou do Big Take Podcast para falar sobre os impactos dos cortes.
  • Power discute, na entrevista, como as reduções de orçamento influenciaram a atuação da agência e seus programas de ajuda externa.
  • Ela comenta o que poderia ter feito de forma diferente durante sua gestão na USAID.
  • A conversa aborda as consequências para parcerias internacionais e a eficácia da ajuda humanitária e de desenvolvimento.
  • A entrevista foi publicada no podcast Big Take e traz a visão da ex-líder sobre o tema.

Samantha Power, ex-presidente da USAID, descreve o impacto de um ano sem a agência. Ela participou do Big Take Podcast, conduzido por David Gura, para debater as consequências das mudanças administrativas que ocorreram no governo anterior. Power aponta cortes orçamentários e quedas de funcionamento.

Segundo a entrevista, a decisão de fechar a USAID ocorreu há quase um ano, com repercussões em programas de ajuda internacional. Power afirma que a medida afetou a capacidade de resposta a crises humanitárias e a coordenação com parceiros locais. Ela também comenta o que gostaria de ter feito de diferente.

Power destaca ainda que a atuação da agência era central para políticas de desenvolvimento, alívio de desastres e cooperação com organizações multilaterais. O episódio analisa, de forma detalhada, como cortar a instituição mudou prazos, fluxos de financiamento e prioridades estratégicas.

Contexto e desdobramentos

Power discute as alternativas que poderiam ter sido adotadas para manter operações-chave da USAID. Ela ressalta a importância de manter agilidade, transparência e alinhamento com aliados para evitar atrasos em ajuda humanitária. O episódio também aborda como a reestruturação afetou parceiros no terreno.

Repercussões na política externa

A ex-líder da USAID aborda o equilíbrio entre segurança nacional e assistência humanitária. A discussão enfatiza a necessidade de cooperação internacional contínua para enfrentar crises complexas. A entrevista está disponível em plataformas digitais associadas ao Bloomberg.

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