- O aeroporto internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, próximo a Caracas, viveu momentos de pavor devido a um terremoto.
- Parte da estrutura de concreto cedeu e caiu do teto, provocando poeira nos corredores.
- Passageiros, funcionários e usuários buscavam abrigo e seguiram as orientações de segurança. Houve objetos caindo.
- Não houve interrupções significativas nas operações; técnicos avaliam possíveis danos à infraestrutura.
- O país foi atingido por dois terremotos fortes na tarde de quarta-feira, magnitudes 7,2 e 7,5, com saldo de ao menos 32 mortos e cerca de 700 feridos.
O terremoto causou pânico no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Maiquetía, próximo a Caracas. Passageiros e funcionários descreveram gritos, objetos caindo e correria pelo terminal. Parte da estrutura cedeu, levantando poeira nos corredores e deixando pessoas feridas por quedas.
O Simón Bolívar é o maior aeroporto da Venezuela, com fluxo anual próximo a 4 milhões de passageiros. Em meio ao tremor, autoridades solicitavam calma e orientação para buscar abrigo conforme os procedimentos de segurança.
Operadores aeroportuários informaram que não houve interrupções significativas nas operações, mas técnicos seguem avaliando possíveis danos à infraestrutura. Entre os envolvidos, passageiros, funcionários e usuários do terminal aguardam conclusão das inspeções.
Balanço nacional e desdobramentos
Nesta quarta-feira, a Venezuela registrou dois fortes terremotos, de magnitudes 7,2 e 7,5, ocorridos com menos de um minuto de diferença e sentidos em várias regiões. Ao menos 32 pessoas morreram e cerca de 700 ficaram feridas, segundo o balanço oficial mais recente.
Autoridades destacaram que as equipes de proteção civil trabalham para identificar áreas de risco e coordenar ações de atendimento. Não houve confirmação de descontinuidade permanente nas operações de outros aeroportos do país.
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