- Terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 abalaram Caracas e a região na noite de quarta-feira, destruindo prédios e levando ao fechamento do principal aeroporto, em Maiquetía.
- O saldo inicial aponta ao menos 164 mortos e mais de mil feridos, com equipes de resgate atuando desde a madrugada em busca de sobreviventes.
- La Guaira, Maracay e áreas próximas foram fortemente impactadas; parte da capital ficou sem energia e sem sinal de celular.
- Ofertas de ajuda chegaram de ao menos 17 países, entre eles os Estados Unidos, China e Brasil; equipes de resgate certificadas pela Organização das Nações Unidas devem chegar em breve.
- Há relatos de pessoas resgatadas com vida entre os escombros; escolas serão usadas como abrigos e pontos de arrecadação de doações.
O abalo sísmico ocorrido na noite de quarta feira atingiu Caracas e regiões vizinhas, com tremores de magnitudes 7,2 e 7,5. Equipes de resgate trabalham desde as primeiras horas para localizar sobreviventes, ante prédios desabados na capital, em La Guaira e em Maracay. O aeroporto de Maiquetía ficou fechado devido aos danos.
Autoridades venezuelanas confirmam ao menos 164 mortos e mais de mil feridos. A ditadura chavista recebe ofertas de ajuda de 17 países, entre eles Estados Unidos, China e Brasil. Os abalos foram sentidos em diversos estados da região, quase sem precedentes na Venezuela, que fica próxima a grandes falhas geológicas.
O aeroporto principal permanece indisponível, e parte da infraestrutura na capital ficou sem energia elétrica e sem sinal de celular. Em Caracas, o serviço de metrô foi suspenso e o fornecimento de gás natural foi interrompido. A Educação anunciou suspensão de aulas por vários dias e uso de prédios escolares como abrigos.
Desdobramentos e ações de resgate
Equipes de busca certificadas pela ONU devem chegar à Venezuela, conforme apelo de autoridades locais para uso de equipamentos pesados em estruturas desabadas. Moradores relatam dificuldade de comunicação e de acesso a água, além de receia com novas quedas de imóveis.
Nas áreas costeiras, especialmente La Guaira, o cenário é descrito como grave. Moradores relatam desabamentos, falta de iluminação e de suprimentos básicos. Vídeos divulgados mostram moradores recebendo atendimento fora de hospitais, enquanto equipes de resgate operam com limitedes de iluminação.
O público acompanha relatos de pessoas retiradas com vida dos escombros e de famílias buscando contatos com parentes desaparecidos. Em Caracas, moradores descrevem pânico, com edificações balançando e paredes expostas, e movimentos de contenção para evitar novos desabamentos.
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