- Terremotos na Venezuela deixaram prédios caírem em Caracas e em outras cidades, com ao menos 164 mortos e quase 1.000 feridos, segundo a presidente interina Delcy Rodríguez.
- Os abalos foram entre os mais fortes da história recente; o USGS revisou as magnitudes para 7,2 e 7,5, ocorrendo com apenas 39 segundos de diferença.
- Moradores deixaram edifícios e casas na capital após os tremores, conforme a Associated Press.
- O zagueiro argentino Lucas Federico Trejo, que defende o Marítimo, da segunda divisão da Venezuela, disse que sua família está desaparecida.
- Trejo pediu ajuda nas redes sociais para localizar a esposa Yani e os filhos Aarón e Ainhoa.
Ao menos 164 pessoas morreram e quase 1.000 ficaram feridas após dois fortes terremotos atingirem a Venezuela na noite de ontem. Os abalos derrubaram prédios em Caracas e em outras cidades, provocando mobilização de equipes de resgate pelo país.
O gabinete da presidente interina Delcy Rodríguez confirmou os números oficiais. Equipes de resgate seguem trabalhando em áreas atingidas, enquanto moradores evacuaram imóveis instáveis na capital e em regiões próximas.
Magnitude revisada pelo USGS
O tremor foi inicialmente registrado com magnitude entre 7,1 e 7,2 e, em revisões posteriores, o USGS apontou magnitudes de 7,2 e 7,5, com intervalo de cerca de 39 segundos entre os abalos. As informações são utilizadas para orientar operações de socorro e avaliação de danos.
Caso do jogador de futebol
O zagueiro argentino Lucas Federico Trejo, que atua pelo Marítimo, da segunda divisão venezuelana, informou via redes sociais que sua família está desaparecida após os terremotos. Segundo Trejo, o edifício em Praia Grande desabou e ele busca informações sobre Yani, sua esposa, e os filhos Aarón e Ainhoa. As mensagens foram usadas para pedir ajuda e apoio aos familiares.
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