- A resposta aos terremotos na Venezuela deve levar meses, afirmou Elinor Raikes, vice-presidente e chefe de implementação de programas do Comitê Internacional de Resgate (IRC).
- A mobilização é desafiada pela infraestrutura danificada do país.
- O principal aeroporto está danificado, dificultando o transporte de suprimentos.
- O IRC tem materiais na Colômbia, mas precisa de acesso a aeroportos para levar a ajuda à Venezuela.
- Nos próximos dias, equipes devem levar itens básicos — comida, água e abrigo — e fornecer suprimentos médicos aos serviços de saúde.
A resposta aos terremotos na Venezuela será um esforço de longo prazo, afirmou Elinor Raikes, vice-presidente e chefe de implementação de programas do Comitê Internacional de Resgate (IRC). Ela concedeu entrevista à Reuters, destacando danos significativos à infraestrutura do país.
Raikes disse que a mobilização de ajuda enfrenta dificuldades por causa da situação estrutural venezuelana, incluindo danos ao principal aeroporto. Sem operações aéreas estáveis, o transporte de suprimentos em grande escala fica comprometido.
O IRC tem materiais de ajuda na Colômbia, mas depende do acesso a aeroportos para levar itens à Venezuela. Nos próximos dias, as equipes vão priorizar itens básicos, como alimento, água e abrigo, além de suprimentos médicos para os serviços de saúde.
Desafios logísticos
As ações pretendidas visam apoiar serviços públicos e fornecer itens de assistência essencial, conforme a dirigente. A previsão é que a resposta leve meses, não semanas, segundo Raikes.
A organização pretende reforçar a capacidade de atendimento imediato, enquanto planeja intervenções de maior escala para o médio prazo. A coordenação com autoridades locais permanece em andamento para identificar necessidades prioritárias.
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