- Autoridade sênior do governo dos EUA elogiou a comunicação com as autoridades interinas da Venezuela após os terremotos.
- Disse que há cooperação política e militar para atender necessidades e viabilizar a logística.
- Uma das pistas do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, próximo a Caracas, já estava operacional pela manhã, aumentando a assistência; a outra pista segue com rachaduras extensas e inoperante.
- Hospitais móveis chegam hoje; os EUA planejam enviar mais terminais Starlink e há novo envio de suprimentos humanitários, com duas equipes de busca e salvamento de oitenta pessoas ajudando a localizar sobreviventes.
- O navio USS Fort Lauderdale já está posicionado para transportar pessoas por via aérea, usar instalações médicas a bordo e apoiar o comando e controle logísticos.
Uma autoridade sênior do governo dos EUA indicou excelente comunicação com as autoridades interinas da Venezuela após terremotos recentes. A avaliação abrangeu os âmbitos político e militar, conforme declaração feita aos jornalistas neste sábado.
Foi informado que, pela manhã, uma das pistas do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, próximo a Caracas, já estava operacional. O reinício parcial das operações permite aumentar a assistência logística com o governo interino venezuelano, segundo a fonte.
A outra pista do aeroporto segue com rachaduras extensas e inoperante, o que dificulta o tráfego aéreo e a chegada de ajuda. A autoridade ressaltou que a coordenação envolve diversos grupos internacionais e que o aeroporto é o principal ponto de entroncamento logístico.
Hospitais móveis devem chegar na região nesta sexta-feira, com planos para ampliar a presença de terminais Starlink e o envio adicional de suprimentos humanitários. Duas equipes de busca e salvamento dos EUA, totalizando 80 pessoas, atuam na localização de sobreviventes.
Em relação ao acesso às áreas mais atingidas, a autoridade mencionou problemas de comunicação e coordenação, citando dificuldades na gestão de pistas, horários de pouso e logística terrestre limitada. O cenário envolve múltiplos atores e versões sobre disponibilidade de vias de escoamento.
O navio USS Fort Lauderdale está posicionado na área, com capacidade para transporte aéreo de pessoas e uso de instalações médicas a bordo. A embarcação também deve atuar em tarefas de comando, controle logístico e apoio à logística de atendimento.
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