- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que Israel retirará tropas de duas áreas no Líbano, mantendo presença no sul enquanto o Hezbollah não for desarmado.
- A permanência é apresentada como uma forma de manter a zona de segurança, evitar a entrada do Hezbollah e proteger civis.
- Netanyahu argumentou em vídeo que a medida é uma derrota para o Irã e que EUA, Israel e Líbano rejeitam qualquer papel iraniano no Líbano.
- Um acordo trilateral entre Israel, Líbano e Estados Unidos visa restabelecer a estabilidade no Oriente Médio; o anúncio foi feito pelo secretário de Estado, Marco Rubio, e o texto completo não foi divulgado.
- O pacto cria um Grupo de Coordenação Militar Trilateral para o Líbano, com objetivos de restaurar a soberania libanesa, desarmar o Hezbollah e permitir que Israel retorne às suas fronteiras quando a ameaça cair.
Israel vai retirar tropas de duas áreas no Líbano, conforme anunciado pelo primeiro-ministro. Ele afirmou que a retirada ocorrerá, mantendo no sul do Líbano apenas forças que garantem a segurança, desde que o Hezbollah permaneça desarmado. A persistência de soldados visa impedir a presença de milícias e proteger a população civil.
Netanyahu destacou que a área de segurança original permanece ativa, com o objetivo de evitar ataques com mísseis antitanque. Segundo ele, o exército libanês deverá ganhar mais espaço para se reorganizar e ocupar território anteriormente controlado por forças externas.
O premiê também afirmou que a retirada forçada não é desejada por Israel, o Líbano e os Estados Unidos. Em vídeo gravado após um acordo trilateral, ele disse que o Irã busca impor esse recuo, o que não seria aceitável para as três nações envolvidas.
Acordo trilateral
O acordo foi assinado por Israel, Líbano e Estados Unidos, com anúncio feito pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. O texto completo não foi divulgado pela Casa Branca.
Rubio informou que o pacto estabelece um caminho para restaurar a soberania libanesa, desarmar o Hezbollah e desmantelar sua infraestrutura na região. Com isso, Israel poderia retornar às suas fronteiras assim que a ameaça aos seus cidadãos for eliminada.
O acordo também cria um Grupo de Coordenação Militar Trilateral para o Líbano. Segundo Rubio, a estrutura oferece um caminho verificável para reduzir a crise na região e facilitar a normalização entre as partes.
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