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Nações Unidas estimam 50 mil pessoas desaparecidas após terremoto na Venezuela

ONU estima 50 mil pessoas desparecidas após terremoto na Venezuela; alerta para deslizamentos e desabamentos, enquanto ajuda humanitária chega

Reprodução canal do Youtube Jornal da Record
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  • A ONU estima cerca de 50 mil pessoas desaparecidas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a Venezuela na semana passada, alertando também para risco de deslizamentos e desabamentos.
  • A maioria das vítimas está em Maturín, no estado de Monagas, onde houve danos a estruturas e pessoas ficaram desabrigadas.
  • A organização aponta a necessidade de ajuda internacional para alimentos, água, medicamentos e abrigo.
  • O tremor foi sentido na região leste da Venezuela e em países vizinhos; autoridades venezuelanas falam em pelo menos 1.400 mortos e milhares feridos.
  • A ajuda já está chegando: o Brasil enviou dois aviões com assistência, e médicos de diversos países atendem feridos enquanto equipes de resgate buscam desaparecidos.

Oitos a ONU estimam cerca de 50 mil pessoas desaparecidas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a Venezuela na semana passada. A região impactada enfrenta risco de deslizamentos e desabamentos, segundo o escritório da ONU para coordenação humanitária (OCHA).

A maioria das vítimas ocorreu na cidade de Maturín, no estado de Monagas, onde estruturas foram danificadas e muitos moradores ficaram desabrigados. A ONG reforça a necessidade de ajuda internacional para alimentos, água, medicamentos e abrigo.

Autoridades venezuelanas indicam pelo menos 1.400 mortes e milhares de feridos. O terremoto foi sentido em estados venezuelanos e também em Colômbia, Brasil e Trinidad e Tobago.

Ajuda internacional e desdobramentos

O governo brasileiro enviou dois aviões com ajuda humanitária e reforçou as buscas por sobreviventes. Médicos de Chile, Colômbia, Itália, México, Suíça e EUA atendem feridos no país.

Equipes de resgate seguem mobilizadas para localizar desaparecidos. A Venezuela enfrenta dificuldades de acesso e de comunicação nas regiões atingidas, complicando as ações de assistência.

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