- A ONU estima cerca de 50 mil pessoas desaparecidas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a Venezuela na semana passada, alertando também para risco de deslizamentos e desabamentos.
- A maioria das vítimas está em Maturín, no estado de Monagas, onde houve danos a estruturas e pessoas ficaram desabrigadas.
- A organização aponta a necessidade de ajuda internacional para alimentos, água, medicamentos e abrigo.
- O tremor foi sentido na região leste da Venezuela e em países vizinhos; autoridades venezuelanas falam em pelo menos 1.400 mortos e milhares feridos.
- A ajuda já está chegando: o Brasil enviou dois aviões com assistência, e médicos de diversos países atendem feridos enquanto equipes de resgate buscam desaparecidos.
Oitos a ONU estimam cerca de 50 mil pessoas desaparecidas após o terremoto de magnitude 7,7 que atingiu a Venezuela na semana passada. A região impactada enfrenta risco de deslizamentos e desabamentos, segundo o escritório da ONU para coordenação humanitária (OCHA).
A maioria das vítimas ocorreu na cidade de Maturín, no estado de Monagas, onde estruturas foram danificadas e muitos moradores ficaram desabrigados. A ONG reforça a necessidade de ajuda internacional para alimentos, água, medicamentos e abrigo.
Autoridades venezuelanas indicam pelo menos 1.400 mortes e milhares de feridos. O terremoto foi sentido em estados venezuelanos e também em Colômbia, Brasil e Trinidad e Tobago.
Ajuda internacional e desdobramentos
O governo brasileiro enviou dois aviões com ajuda humanitária e reforçou as buscas por sobreviventes. Médicos de Chile, Colômbia, Itália, México, Suíça e EUA atendem feridos no país.
Equipes de resgate seguem mobilizadas para localizar desaparecidos. A Venezuela enfrenta dificuldades de acesso e de comunicação nas regiões atingidas, complicando as ações de assistência.
Entre na conversa da comunidade