- França registrou cerca de mil mortes associadas à onda de calor, iniciada em 20 de junho; a maioria ocorreu entre idosos e o número pode aumentar conforme informações de instituições de cuidados são consolidadas.
- Em várias regiões da Europa, as temperaturas chegaram a 40 graus Celsius, com tempestades em outras áreas; o calor extremou impactos na geração de energia, infraestrutura e sistemas de saúde.
- A Organização Mundial da Saúde afirmou que aproximadamente 150 milhões de pessoas estavam sob calor extremo, pressionando redes de energia, comércio, escolas e serviços públicos.
- Na Alemanha, serviços ferroviários em uma linha importante foram reduzidos e bondes foram suspensos em Leipzig; há relatos de problemas de energia e de rios aquecidos que afetam a geração elétrica.
- Na França, o calor diminuiu em grande parte do país, mas ainda há áreas sob alerta; cerca de 36 mil residências ficaram sem energia no norte e centro, conforme a concessionária Enedis.
As temperaturas atingiram 40 °C em parte da Europa neste domingo, com a França registrando 1.000 mortes relacionadas à onda de calor que já entra para o registro histórico. A maioria das vítimas é de pessoas idosas, e o número deve subir conforme novas informações emergirem de instituições de cuidados e residências.
Profissionais de saúde alertam que a onda, iniciada no dia 20 de junho, foi a mais severa já observada no continente. Cientistas atribuem o aquecimento às mudanças climáticas e destacam que noites mais quentes elevaram riscos à saúde, à energia e à infraestrutura.
A região europeia enfrenta impactos em transporte e geração de energia, além de estresses em redes de água e agricultura. Em alguns países, o calor derruba serviços públicos e altera rotinas diárias de cidadãos, trabalhadores e estudantes.
Impactos na energia e no transporte
Na Alemanha, serviços ferroviários de uma linha importante foram reduzidos e bondes em Leipzig ficaram suspensos, conforme relatos da imprensa local. Em várias áreas, as pessoas buscaram refúgio dentro de casa para evitar o calor.
Na França, tempestades associadas ao calor trouxeram interrupções de energia para milhares de residências, com a Enedis informando about 36 mil imóveis sem fornecimento no norte e centro do país. Meteorologistas projetam tempo mais fresco apenas gradualmente.
A Hungria indicou que a usina de Paks pode reduzir produção devido ao alto aquecimento do Danúbio, usado para resfriamento. Na Itália, o fluxo do rio Pó recuou, permitindo a infiltração de água salgada no delta e gerando preocupações com a agricultura e áreas protegidas.
O Vaticano confirmou que o Papa participou de atividades religiosas em Roma, mesmo sob calor intenso. Em outras regiões, escolas, escolas e serviços públicos enfrentaram interrupções temporárias e reajustes de horários.
Perspectivas e continuidade
As autoridades continuam monitorando a evolução da onda de calor, com previsões de que o calor continue em parte da Europa central e Península Balcânica nos próximos dias. Meteorologistas advertem que ele pode viajar para áreas menos afetadas no interior do continente.
Especialistas ressaltam que o episódio, embora extremo, deve se tornar mais frequente à medida que o clima se aquece. As autoridades aconselham medidas de proteção, como reduzir atividades ao ar livre nos horários de maior calor e manter hidratação adequada.
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