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Chefe do Legislativo libanês, aliado do Hezbollah, diz acordo com EUA não passa

Nabih Berri, aliado do Hezbollah, diz que acordo trilateral com EUA e Israel não será aprovado nem implementado

Bandeiras do Líbano e de Israel em um memorial na fronteira com o Líbano, no norte de Israel, no sábado, 27 de junho de 2026 - AP Photo/Ariel Schalit
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  • O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, aliado do Hezbollah, afirmou que o acordo trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos não será aprovado.
  • Berri disse que o texto não garante os direitos do Líbano e o classificou como um acordo de “imposições”.
  • O acordo propõe uma rota de paz que condiciona a retirada israelense do território libanês ao desarmamento do Hezbollah.
  • O Hezbollah afirmou que reserva o direito de autodefesa após ataques israelenses, mesmo com a trégua vigente e o acordo tripartite.
  • A declaração de Berri foi feita na manhã de segunda-feira, 29, por meio de comunicado do movimento Amal.

Nabih Berri, presidente do Parlamento libanês e aliado histórico do Hezbollah, afirmou na manhã de segunda-feira, 29, que o acordo trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos não será aprovado. Segundo ele, o texto não garante os direitos do Líbano e representa imposições externas.

Em comunicado divulgado pelo movimento Amal, do qual Berri é líder, o chefe do legislativo descreveu o acordo como um instrumento de imposição que não assegura os interesses do Líbano. Ele disse ainda que a proposta, em sua forma atual, não será implementada.

O entendimento em questão propõe um caminho para a paz entre Líbano e Israel, condicionando a retirada israelense do território libanês ao desarmamento do Hezbollah. A leitura do texto aponta que a disposição de desarmar depende do fim das hostilidades.

Hezbollah afirma reservar-se o direito de defender a pátria

O Hezbollah publicou nota lembrando que se reserva o direito à autodefesa após ataques israelenses ao sul do Líbano, apesar da trégua vigente e do acordo trilateral. O grupo afirmou acompanhar as violações do cessar-fogo e reiterou a postura de defender o território e o povo.

Este conteúdo foi traduzido com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial.

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