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Militares dos EUA chegam à Venezuela para apoiar resgates após terremotos

militares dos EUA chegam à Venezuela para apoiar buscas e resgates; contingência amplia operações no aeroporto e reabre o porto de La Guaira com 130 fuzileiros

Imagem divulgada pelo Comando Sul dos EUA mostra militares embarcando em um avião com destino à Venezuela
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  • O Comando Central dos Estados Unidos informou, nas redes, que a operação é liderada pelo Departamento de Estado, em apoio às autoridades venezuelanas.
  • Um vídeo do Comando Sul mostra fuzileiros navais chegando à Venezuela para apoiar buscas e resgates após os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5.
  • Um Elemento de Resposta de Contingência já atua no país para ampliar a capacidade do Aeroporto Internacional Simón Bolívar e viabilizar voos humanitários.
  • Cerca de 130 fuzileiros devem chegar ao Porto de La Guaira nas próximas 24 horas para ajudar a reabrir a estrutura e facilitar o fluxo de suprimentos.
  • O país registra mais de 1.450 mortos, 3.150 feridos e 12.721 desalojados; desde quarta-feira, foram contabilizadas 430 réplicas.

O que aconteceu

Militares dos EUA chegaram à Venezuela para apoiar operações de busca e resgate após os terremotos que atingiram o país na semana passada. Um vídeo divulgado pelo SOUTHCOM mostra fuzileiros navais desembarcando para integrar os trabalhos de assistência humanitária liderados pelo Departamento de Estado, em apoio às autoridades venezuelanas.

Segundo atualização do SOUTHCOM, um Elemento de Resposta de Contingência já atua na Venezuela para ampliar a capacidade operacional do Aeroporto Internacional Simón Bolívar, facilitando a chegada e saída de voos humanitários. Aeronaves militares norte-americanas seguem realizando missões de transporte para o resgate.

Quem está envolvido e quando

O anúncio aponta a participação de fuzileiros navais dos EUA, com previsão de chegada de cerca de 130 militares ao Porto de La Guaira nas próximas 24 horas, para auxiliar na reabertura da infraestrutura portuária. A expectativa é que o porto passe a receber novamente suprimentos e equipamentos para as regiões mais atingidas.

Onde e por quê

A intervenção acontece para sustentar os esforços de socorro após os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5. Equipes internacionais já atuam no país para auxiliar as buscas por sobreviventes e a distribuição de ajuda humanitária. La Guaira concentra a maior parte dos danos, com milhares de pessoas desabrigadas.

Desdobramentos e cenário internacional

Mais de 1.600 socorristas de diversas nações já chegaram ao território para reforçar as operações. Países como Brasil, Colômbia, México, Espanha, Suíça, Equador, Chile, República Dominicana, Panamá e El Salvador participam dos trabalhos de resgate e ajuda humanitária.

Balanço até o momento

O presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Jorge Rodríguez, informou que o número de mortos já chega a cerca de 1.450, com 3.150 feridos e 12.721 desalojados. Desde o começo da crise, foram registradas cerca de 430 réplicas, com a maior parte da destruição concentrada em La Guaira.

Fontes e credenciamento

As informações sobre o envio de forças e o andamento das operações chegam a partir do Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) e do Comando Central (CENTCOM), com atualização citando apoio do Departamento de Estado e autoridades venezuelanas. A cobertura cita ainda aportes da CNN em espanhol, baseando-se em informações de Mauricio Torres.

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