- Militares dos EUA chegaram à Venezuela para apoiar buscas e resgates após terremotos de magnitude 7,2 e 7,5.
- A operação é liderada pelo Departamento de Estado dos EUA, com apoio às autoridades venezuelanas; aeronaves militares continuam realizando missões de transporte.
- Um Elemento de Resposta de Contingência já está na Venezuela para ampliar a capacidade do Aeroporto Internacional Simón Bolívar para voos humanitários.
- Cerca de 130 fuzileiros navais devem chegar ao Porto de La Guaira nas próximas 24 horas para ajudar na reabertura da estrutura e no recebimento de suprimentos.
- O país registra mais de 1.400 mortos (1.450), 3.150 feridos e 12.721 desalojados; La Guaira concentra a maior parte da destruição, com 430 réplicas desde 24/6.
Após os terremotos que atingiram parte da Venezuela na última quarta-feira, militares dos Estados Unidos chegaram ao país para apoiar as operações de busca e resgate. O apoio é liderado pelo Departamento de Estado dos EUA, com participação do Segundo Comando Central dos EUA, conforme vídeo divulgado pelo SOUTHCOM neste domingo.
O material mostra fuzileiros navais desembarcando para integrar as ações de assistência humanitária em apoio às autoridades venezuelanas. Aeronaves militares dos EUA continuam operando o transporte aéreo para facilitar o socorro à população afetada.
Segundo atualização do comando, já há um Elemento de Resposta de Contingência na Venezuela para auxiliar o governo e a aviação na ampliação da capacidade do Aeroporto Internacional de Simón Bolívar, visando melhorar a chegada de voos humanitários.
Ainda de acordo com o SOUTHCOM, cerca de 130 fuzileiros navais devem chegar ao Porto de La Guaira nas próximas 24 horas para colaborar na reabertura da infraestrutura portuária, que ficou fechada após os tremores. A meta é permitir a entrada de suprimentos às regiões mais atingidas.
Desde o abalo sísmico de magnitude 7,2 a 7,5, mais de 1.600 socorristas de diversos países atuam no país. Equipes do Brasil, Colômbia, México, Espanha, Suíça, Equador, Chile, República Dominicana, Panamá e El Salvador estão entre os que ajudam nas operações.
O governo venezuelano informou que o número de mortos chega a 1.450, com cerca de 3.150 feridos e 12.721 desalojados, segundo dados da Assembleia Nacional. La Guaira concentra a maior parte dos danos, com centenas de imóveis atingidos.
Até o momento, o país registrou mais de 430 réplicas desde o início do episódio. As autoridades seguem avaliando danos e coordenando a distribuição de ajuda para as regiões mais impactadas.
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