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Onda de calor mata 1.300 pessoas na Europa, segundo a OMS

Onda de calor na Europa provoca ao menos 1.300 mortes em uma semana; OMS alerta para aquecimento mais rápido e riscos à saúde

Atual onda de calor da Europa é a maior já registrada no continente
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  • A Organização Mundial da Saúde informou que pelo menos 1.300 pessoas morreram na Europa em uma semana devido à onda de calor extrema.
  • A onda de calor em curso é a maior já registrada na história do continente.
  • O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que a Europa está se aquecendo mais rapidamente que o restante do planeta, aumentando o risco de eventos climáticos extremos.
  • Temperaturas acima de 40°C foram registradas em países como França, Espanha, Itália e Alemanha, com impactos como insolação, desidratação e incêndios florestais.
  • A OMS recomenda medidas para proteger a população, como centros de resfriamento, campanhas de conscientização e foco em grupos vulneráveis; a OMM também aponta recordes de temperatura global e a necessidade de reduzir emissões de gases de efeito estufa.

OIF: A Organização Mundial da Saúde informou que pelo menos 1.300 pessoas morreram na Europa em uma semana devido à onda de calor extremo. A crise começou no início de junho e persiste em várias regiões do continente. A OMS destaca que a onda é a mais intensa já registrada na história europeia.

A gripe de calor provocou temperaturas que ultrapassaram 40°C em países como França, Espanha, Itália e Alemanha. Além das mortes diretas, houve impactos na saúde como insolação e desidratação, além de incêndios florestais e pressão sobre serviços de saúde.

A OMS aponta que o continente está se aquecendo mais rapidamente que o restante do planeta, elevando o risco de eventos climáticos extremos e seus efeitos na saúde pública. Medidas de proteção são enfatizadas para reduzir danos.

Perspectiva de saúde e ações recomendadas

Centros de resfriamento, campanhas de conscientização e reforço na atenção a grupos vulneráveis aparecem entre as medidas propostas. A organização ressalta a necessidade de ações rápidas para proteger idosos, crianças e pessoas com comorbidades.

A Organização Meteorológica Mundial confirma que a temperatura média global atingiu patamares recordes nos últimos anos, reforçando a urgência de reduzir emissões de gases de efeito estufa e limitar o aquecimento global.

A situação na Europa serve como alerta para políticas públicas de saúde diante de mudanças climáticas, com impactos diretos no bem-estar das populações. A cooperação entre governos locais e internacionais é destacada como essencial.

Contexto global

O monitoramento climático aponta para consequências amplas, indicando que eventos extremos tendem a ficar mais frequentes. A OMS e a OMM pedem planejamento urbano, infraestrutura resiliente e monitoramento de riscos para evitar novas tragédias.

Fontes: Organização Mundial da Saúde; Organização Meteorológica Mundial.

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