- Marcelo Nabuco Zollinger, sócio da concessionária New Bahia Harley-Davidson, foi preso no dia 18 de junho no oceano Atlântico a bordo de um veleiro com cerca de 500 kg de cocaína.
- A embarcação foi interceptada em águas internacionais a cerca de 740 quilômetros ao sul das ilhas Canárias, na Espanha, após dias de vigilância.
- Além dele, havia um brasileiro e um cidadão marroquino no veleiro; droga apreendida durante a operação realizada pelo Serviço de Vigilância Aduaneira da Agência Tributária da Espanha, com apoio da Guarda Civil e da Polícia Nacional.
- A defesa afirma que o pai do investigado, o médico Marcelo Zollinger, jamais manteve vínculo com as atividades empresariais do filho e que o nome correto é Marcelo Nabuco Zollinger; o caso será esclarecido na instrução criminal.
- Após a apreensão, os três suspeitos foram levados ao porto de Las Palmas, nas Ilhas Canárias, e permanecem à disposição da Justiça espanhola.
Em 18 de junho, Marcelo Nabuco Zollinger, empresário brasileiro, foi preso no Oceano Atlântico a bordo de um veleiro interceptado por autoridades espanholas. A embarcação, em águas internacionais a cerca de 740 quilômetros ao sul das Ilhas Canárias, continha aproximadamente 500 kg de cocaína. A operação envolveu o Serviço de Vigilância Aduaneira da Agência Tributária da Espanha, com apoio da Guarda Civil e da Polícia Nacional. Os suspeitos foram encaminhados ao porto de Las Palmas, onde permanecem à disposição da Justiça espanhola.
A prisão ocorreu durante uma ação internacional de combate ao narcotráfico. Além de Zollinger, estavam a bordo um outro brasileiro e um cidadão marroquino. A droga foi localizada durante a inspeção da embarcação, que permaneceu sob vigilância por dias antes da abordagem.
A defesa do empresário, representada pelo advogado Sérgio Habib, afirmou que o pai do investigado, o médico Marcelo Zollinger, não mantém vínculos com as atividades empresariais do filho. A nota destaca ainda que o nome correto do investigado é Marcelo Nabuco Zollinger, para evitar confusões e preservar a honra da família.
Segundo a defesa, os fatos ainda devem ser esclarecidos na instrução criminal, etapa que, conforme o advogado, ainda não teve início. O Ministério das Relações Exteriores foi procurado, e não houve manifestação até o fechamento deste relatório.
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