- Putin afirmou, no congresso do partido Rússia Unida, que o Ocidente tentou derrotar a Rússia no campo de batalha e desestabilizar a sociedade, sem sucesso em todos os aspectos.
- Disse que a Rússia precisa ser “forte e soberana” para existir; em momentos de fraqueza, outros países passam a falar a linguagem da força.
- O presidente alegou que a Ucrânia perde terreno nas linhas de frente e recorre ao terrorismo dentro do território russo; os russos enfrentariam ataques à infraestrutura.
- Zelensky afirmou que a Ucrânia atacou duas refinarias de petróleo russas na madrugada.
- Sobre as eleições de setembro, Putin disse que haverá disputa aberta e livre, e que os integrantes do partido devem passar mais tempo em campo conversando com as pessoas.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou neste domingo 28 de junho de 2026 que o Ocidente tentou derrotar a Rússia no campo de batalha e desestabilizar a sociedade, mas falhou em todos os aspectos. A declaração ocorreu durante o congresso do partido governista Rússia Unida.
Putin destacou que a Rússia precisa ser forte e soberana para existir. Segundo ele, em momentos de fraqueza, as nações deixam de levar a Rússia em conta e passam a falar a linguagem da força.
O líder russo também afirmou que a Ucrânia perde terreno nas linhas de frente e, por isso, recorre ao terrorismo dentro do território russo. Ele disse que o país enfrentará ataques a infraestrutura, sem detalhar incidentes específicos.
Contexto dos desdobramentos
Nesta mesma data, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que o país atacou duas refinarias de petróleo russas na madrugada, segundo informações de seguida. A declaração amplia o quadro de tensão entre as duas nações.
Putin ainda comentou sobre as próximas eleições de setembro, dizendo que haverá disputa aberta e livre, e que a adesão a instituições democráticas fortalece a nação. Reiterou que os membros do partido devem passar menos tempo nos gabinetes e mais time no contato com a população.
Perspectivas políticas e estratégicas
As falas de Putin ocorrem num momento de alta tensão entre Rússia e Ocidente, com o governo russo apontando percalços na estratégia ucraniana e mantendo o discurso de resistência. Não houve detalhamento sobre evidências de novas operações militares.
A administração russa tem enfatizado a necessidade de estabilidade interna e de manter o apoio popular, especialmente em meio a pressões internacionais e a ações militares no leste europeu. A disputa eleitoral é apresentada como demonstração de força institucional.
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