- Europeus, em grande parte, estão suprindo as lacunas deixadas pelos Estados Unidos na defesa da Otan.
- O general Alexus Grynkewich, em entrevista à Reuters, disse que, em semanas, aliados europeus preencheram as brechas surgidas com as reduções americanas.
- As forças dos EUA haviam anunciado, em maio, a redução de capacidades militares conjuntas da aliança.
- A cúpula da Otan está marcada para Ancara, na Turquia, nos dias 7 e 8 de julho.
- O objetivo é reduzir gradualmente uma codependência “não saudável” com as forças americanas, diante de conflitos em múltiplos teatros de operação.
Os aliados europeus estão, em grande medida, suprindo as lacunas deixadas pelos Estados Unidos nos planos de defesa da Otan, segundo o general Alexus Grynkewich. Ele afirmou que, em semanas, europeus preencheram parte das falhas provocadas pela redução norte-americana.
Os EUA haviam informado, em maio, a decisão de diminuir as capacidades militares conjuntas da aliança. A medida gerou questionamentos antes da cúpula da Otan, marcada para Ancara, nos dias 7 e 8 de julho.
Grynkewich ressaltou a finalidade de reduzir gradualmente a codependência “não saudável” com as forças americanas, diante de conflitos simultâneos em vários teatros operacionais. A fala ocorreu em meio a avaliações sobre o equilíbrio de responsabilidades.
Em meados de junho, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte, disse que outros aliados estavam ampliando contribuições para compensar muitas lacunas, ainda sem detalhar quais áreas foram beneficiadas. As informações sinalizam uma reavaliação estratégica da aliança.
A cúpula de Ancara deve discutir a capacidade de resposta coletiva diante de cenários diversos, com foco na autossuficiência europeia sem abandonar o papel dos EUA. As lideranças monitoram o progresso das adequações no comando e na força de defesa comum.
Entre na conversa da comunidade