- O jornalista Paulo Figueiredo enviou ao USTR uma manifestação pedindo a suspensão do tarifaço sobre importações brasileiras e a reavaliação das medidas com foco nas eleições no Brasil.
- O documento sugere redirecionar sanções para ministros do Supremo Tribunal Federal por meio da Lei Magnitsky e prevê participação na audiência pública marcada para 6 de julho.
- Segundo Figueiredo, as tarifas prejudicam tanto produtores brasileiros quanto consumidores norte‑americanos.
- O influencer propõe o uso de sanções individuais contra o ministro Alexandre de Moraes, a sua esposa Viviane Barci e empresas ligadas ao casal, ampliando o alvo para outros ministros da 1ª Turma.
- O texto menciona Gilmar Mendes e o papel dele, em conjunto com Moraes, no que o autor chama de encerramento do esforço anticorrupção da Lava Jato, citando Lula como referência política alinhada aos mesmos objetivos.
O jornalista Paulo Figueiredo encaminhou nesta quarta-feira, 1º de julho de 2026, uma manifestação ao Representante de Comércio dos EUA (USTR) pedindo a suspensão do tarifaço sobre importações brasileiras e a reavaliação das medidas, diante das eleições no Brasil. O documento foi enviado também ao Comitê da Seção 301.
A peça sustenta que as sobretaxas prejudicam produtores brasileiros e consumidores norte-americanos ao mesmo tempo, impactando o comércio bilateral e causando efeitos colaterais no próprio consumidor dos EUA.
No texto, Figueiredo sugere redirecionar as sanções para ministros do STF por meio da Lei Magnitsky, em vez de manter tarifas amplas. O objetivo é evitar impactos sobre a economia brasileira e manter o foco em responsabilizações individuais.
O influenciador aponta que o tarifaço pode aproximar o Brasil da China, em detrimento de relações com os EUA, e defende o retorno a mecanismos de sanção individual para casos de corrupção.
Entre os alvos citados, aparecem o ministro Alexandre de Moraes, a esposa Viviane Barci e empresas ligadas ao casal. O documento também amplia a lista para outras autoridades da primeiraturma do STF, segundo Figueiredo.
A peça ainda menciona o decano Gilmar Mendes, citado nominalmente, e aponta suposta participação de Mendes, junto ao presidente Lula, no encerramento de esforços anticorrupção associados à Lava Jato, segundo a leitura do autor.
Figueiredo afirma que a implementação de sanções direcionadas poderia manter pressões políticas sem prejudicar o comércio ou a segurança jurídica brasileira, especialmente durante o ciclo eleitoral brasileiro. A manifestação aguarda análise do USTR e de comitês norte-americanos.
Entre na conversa da comunidade