- A escritora portuguesa Lídia Jorge, de 80 anos, venceu o Prêmio Camões de Literatura 2026, com o anúncio ocorrendo na tarde de quinta-feira (2) após reunião virtual do júri.
- Ela é conhecida por obras como O Dia dos Prodigios e Misericórdia, e atua em romances, ensaios, teatrais, crônicas e poesias desde 1980.
- Suas histórias foram adaptadas para teatro, televisão e cinema ao longo dos anos, consolidando-a como referência da literatura portuguesa contemporânea.
- A obra Misericórdia (2022) rendeu à autora prêmios como Médicis Étranger e Prêmio Pessoa.
- O Prêmio Camões, concedido desde 1989, é a principal honraria da língua portuguesa, reconhecendo autores pelo conjunto da obra entre países lusófonos.
A escritora portuguesa Lídia Jorge, aos 80 anos, venceu o Prêmio Camões de Literatura 2026. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira, 2, após reunião virtual do júri. A honraria reconhece a contribuição da autora à literatura de língua portuguesa.
Lídia Jorge é autora de obras como O Dia dos Prodigios e Misericórdia. Sua produção abrange romances, ensaios, teatro, crônicas e poesia, com adaptações para teatro, televisão e cinema ao longo dos anos.
Desde 1980, a escritora publica e ganha reconhecimento por obras que discutem a sociedade portuguesa, direitos humanos e a defesa das mulheres. Entre os prêmios estão Médicis Étranger e Prêmio Pessoa.
Premiação e contexto
O Prêmio Camões, criado em 1989, é a principal honraria da literatura em língua portuguesa. Ele contempla autores de Portugal, Brasil, Moçambique, Angola, Cabo Verde e outros países lusófonos.
Entre os nomes brasileiros já laureados estão Adélia Prado, Chico Buarque, Dalton Trevisan, João Cabral de Mello Neto, Lygia Fagundes Telles e Raduan Nassar.
A cerimônia de divulgação ocorreu de forma virtual, com o júri avaliando a obra completa da autora. A seleção levou em conta a qualidade literária, a repercussão e a contribuição para a cultura lusófona.
Impacto e reconhecimento
Lídia Jorge passa a figurar entre referências da literatura contemporânea portuguesa. Suas obras refletem questões sociais atuais e a defesa de direitos humanos, ampliando o alcance internacional de autores de língua portuguesa.
A obra Misericórdia (2022) figura entre os trabalhos que fortaleceram o reconhecimento internacional da autora, já premiada anteriormente em outras ocasiões. A cerimônia de anúncio não envolveu presença física.
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