- Major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel em língua portuguesa, participou de um encontro histórico em São Paulo com mais de 1.500 policiais militares da PM paulista.
- O evento destacou a guerra de narrativas e a importância da comunicação estratégica, salientando que a operação midiática é tão relevante quanto a operação militar.
- Foram discutidos fatores comuns entre as forças de Israel e as forças paulistas, com foco nos aspectos operacionais e ideológicos.
- A palestra abordou a guerra de valores, uma disputa entre princípios civilizacionais, e a necessidade de combater a desinformação no cenário atual.
- A presença expressiva de mulheres oficiais foi destacada, reforçando diversidade e inclusão, além de evidenciar a colaboração entre Brasil e Israel para aprendizado e troca de experiências.
Em São Paulo, a Polícia Militar recebeu uma palestra que conectou tática de combate a narrativas com comunicação estratégica. O major Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel em língua portuguesa, falou a mais de 1.500 policiais. O encontro ocorreu em meio a debates sobre guerra de narrativas.
O objetivo foi mostrar que o desafio da comunicação vai além da operação militar. Rozenszajn ressaltou a necessidade de planejar a segunda operação, a midiática, para explicar ações e combater desinformação.
O palestrante destacou que a guerra de narrativas é um fenômeno global, com impactos diretos na forma como as ações são percebidas pela sociedade. A ideia é alinhar mensagens com objetivos estratégicos.
Entre os pontos discutidos, houve ênfase no conceito de guerra de valores, com uma disputa entre princípios democráticos ocidentais e ideologias extremistas. O papel da comunicação foi apresentado como peça-chave.
O encontro apontou fatores comuns entre as forças de Israel e da PM paulista, incluindo desafios operacionais e ideológicos. A necessidade de narrativas claras foi um tema recorrente.
Também houve destaque para a participação de mulheres oficiais, ressaltando diversidade e inclusão nas corporações de ambos os países. A presença feminina foi apresentada como fortalecimento institucional.
Ao encerrar, Rozenszajn enfatizou que iniciativas como essa fortalecem a comunicação institucional e ajudam a enfrentar o desafio das narrativas em tempos de conflito. O Brasil passa a ampliar intercâmbios com Israel, segundo o relato.
Transversalidade e impactos
O evento enfatizou que a verdade e os valores democráticos são ferramentas centrais na guerra de narrativas. A cooperação entre São Paulo e Israel aparece como uma oportunidade de aprendizado mútuo.
A palestra mostrou que o desfecho de operações envolve explicações públicas eficientes para reduzir a desinformação. A prática é vista como elemento de segurança e soberania.
A atuação de oficiais portugueses e israelenses em língua portuguesa foi destacada como exemplo de comunicação eficaz, capaz de alcançar diferentes públicos. O objetivo é manter a confiança da sociedade.
Origens e participantes
O encontro reuniu autoridades da PM paulista e o major Rozenszajn, que atua como porta-voz em português. O foco esteve em estratégias de comunicação em contextos de conflito e segurança pública.
A participação de mais de mil policiais reforçou o caráter de troca de experiências. O formato de palestra permitiu discutir casos e lições aprendidas de Israel.
O evento foi creditado a fortalecer laços entre governos locais e parceiros internacionais, ampliando o intercâmbio de práticas de segurança, comunicação e gestão de crises.
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