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EUA ampliam punições por vínculos com PCC e CV, afirma jornal

EUA ampliam sanções contra indivíduos e empresas com vínculos financeiros ao PCC e ao CV, permitindo investigação antiterrorismo e congelamento de ativos

Na prática, a medida permite que autoridades norte-americanas investiguem operações ligadas às facções e adotem punições previstas na legislação antiterrorismo
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  • Os Estados Unidos ampliaram sanções para cidadãos norte-americanos, residentes e empresas com vínculos financeiros com o PCC e o CV, permitindo investigações e punições sob a legislação antiterrorismo.
  • A medida não se restringe a estrangeiros e pode atingir qualquer pessoa ou instituição com relação financeira aos grupos.
  • Estrangeiros envolvidos podem ficar sujeitos a restrições migratórias e até deportação.
  • As sanções foram anunciadas pelo Departamento do Tesouro e afetam dois brasileiros, três empresas no Brasil e uma companhia em Portugal, associadas a uma operação de lavagem de dinheiro vinculada ao PCC, com movimentação estimada acima de US$ 30 milhões.
  • Entre os alvo estão Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira; empresas atingidas incluem Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia, Pixwave Soluções de Pagamentos, Wave Construções Inteligentes e Avenidas Flutuantes Unipessoal.

O governo dos EUA ampliou as sanções contra o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho). A medida permite que cidadãos norte-americanos, residentes e empresas enfrentem sanções por operações financeiras ou apoio aos grupos.

Fontes do Departamento de Estado afirmaram ao Metrópoles que as restrições não se limitam a estrangeiros: qualquer pessoa ou instituição com vínculos financeiros poderá ser atingida. A expectativa é ampliar investigações ligadas às facções.

A prática autorizada pelas novas regras é a investigação de operações ligadas às facções e a aplicação de punições previstas na lei antiterrorismo. Estrangeiros envolvidos podem ter restrições migratórias e até deportação.

Sanções já anunciadas

A ampliação ocorreu poucos dias após o Tesouro dos EUA divulgar as primeiras medidas sob a nova política. As sanções atingiram 2 brasileiros, 3 empresas sediadas no Brasil e uma companhia em Portugal.

Segundo o governo americano, o grupo movimentou mais de US$ 30 milhões advindos de tráfico de drogas e outras atividades ilícitas. Entre os citados estão intérpretes, operadores financeiros e empresas ligadas à lavagem de dinheiro.

Entre os nomes, constam Victor Henrique de Oliveira Shimada, apontado como elo entre o PCC na Flórida e traficantes internacionais, e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, descrita como responsável por apoio operacional.

As empresas listadas incluem Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia, Pixwave Soluções de Pagamentos, Wave Construções Inteligentes e a portuguesa Avenidas Flutuantes Unipessoal.

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