- Os Estados Unidos retiraram a maior parte das tropas que havia enviado à Nigéria para apoiar o combate a militantes islamistas, após a operação no Lago Chade iniciada neste ano.
- A operação conjunta entre EUA e forças nigerianas começou em dezembro, com ataques no Natal, seguida pelo deslocamento de cerca de 200 soldados dois meses depois.
- O líder do Estado Islâmico na região, Abu-Bilal al-Minuki, foi morto durante a missão.
- O governo dos Estados Unidos afirmou que a operação foi um sucesso, e a assessoria de imprensa militar na Nigéria disse que a retirada não afetará o ritmo das ações.
- Apesar das ações, ataques de grupos jihadistas continuam na Nigéria, e autoridades afirmam que a cooperação militar e o intercâmbio de inteligência entre os dois países devem seguir.
The United States concluiu a retirada da maior parte das tropas enviadas à Nigéria neste ano para apoiar o combate a militantes islâmicos. A operação ocorreu na região do Lago Chade, a partir de dezembro, com ataques a militantes no Dia de Natal e a posterior implantação de cerca de 200 militares.
O objetivo era degradar a liderança do grupo Estado Islâmico na Nigéria e fortalecer a cooperação de inteligência com forças nigerianas. Segundo o Comando das Forças Aéreas da África, a operação alcançou esse resultado, com a liderança local do IS considerada significativamente degradada.
O porta-voz militar nigeriano afirmou que a retirada dos soldados dos EUA não afetará o impulso das ações contra o grupo. O general Dagvin Anderson, dos EUA, confirmou o sucesso da missão e a mudança na liderança do IS na Nigéria.
Apesar dos avanços, ataques de grupos jihadistas persistem, principalmente no nordeste do país. O acordo de cooperação entre EUA e Nigéria inclui continuar compartilhamento de inteligência, segundo autoridades militares de ambos os lados.
Concomitantemente, o governo nigeriano rejeita a acusação de genocídio contra comunidades cristãs, ressaltando que a violência é complexa e afeta diversas comunidades. Entidades de monitoramento indicam que a maioria das vítimas de jihadismo no país é de muçulmanos, dada a concentração das ações no norte.
Antes da retirada, o governo norte-americano havia anunciado a presença de cerca de 200 tropas para apoiar esforços de contrainsurgência, sem participação direta em combate terrestre. Mesmo com a saída, parte das forças norte-americanas que já estavam na Nigéria permanece no país.
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