- Anastasiia Berezovska, de 39 anos, é apontada como principal suspeita do atentado com bomba que atingiu um oligarca ucraniano em Mônaco na noite de segunda-feira, 29.
- A explosão ocorreu em frente a um prédio, quando as vítimas chegaram ao local; Vadym Yermolaiev, sua parceira e o filho ficaram feridos, e a esposa permanece em estado crítico.
- A investigação aponta que Berezovska pode não ter atuado sozinha; autoridades buscam cúmplices ou quem tenha encomendado o crime, e a Interpol emitiu alerta vermelho contra ela.
- Segundo a apuração, a suspeita deixou Mônaco a pé para a França e fugiu com um carro alugado na Alemanha, atravessando a Itália e outros países europeus.
- Ela foi vista em Frankfurt, Alemanha; a polícia alemã confirmou que revistou o apartamento alugado e o veículo, coletando evidências para entregar às autoridades monegascas.
Anastasiia Berezovska, uma cidadã ucraniana de 39 anos, é apontada pela Interpol como principal suspeita de um atentado com pacote-bomba que feriu três pessoas, incluindo um oligarca ucraniano, em Mônaco na noite de segunda-feira. O incidente ocorreu no principado, conhecido pelo cassino e estilo de vida luxuoso. A investigação aponta para possível participação de cúmplices.
Segundo autoridades, Berezovska deixou o local a pé e fugiu para a França, levando-se em conta que dirigia um carro alugado na Alemanha. A rota passou pela França e pela Itália, em uma fuga que se estendeu por vários países europeus. A perícia busca confirmar se houve planejamento e encomenda prévia do crime.
A Interpol emitiu um alerta vermelho com dados da suspeita: nacionalidade ucraniana, fluência em alemão e localização provável em Monaco, com mandado de prisão por tentativa de homicídio, colocação de explosivo em local público e associação criminosa. O documento também solicita a localização e a detenção provisória da suspeita.
A polícia monegasca informou que as vítimas tinham idades diversas e que a esposa de uma delas permanece em estado crítico. Além de Berezovska, as autoridades analisam a possibilidade de outras pessoas envolvidas e de um possível mandante. Dois suspeitos foram detidos em Monaco, mas liberados.
Pelo menos uma nova linha de investigação analisa o uso de disfarces pela suspeita para acessar o local do ataque. Testemunhas afirmaram ter visto uma mulher com cabelo longo em imagens anteriores ao crime e, em outra ocasião, a suspeita estaria com roupas semelhantes às do dia do atentado. Evidências coletadas na Alemanha serão encaminhadas às autoridades de Monaco.
A equipe de segurança de Monaco confirmou que a investigação permanece em andamento e que novos dados podem alterar o retrato do caso. Autoridades ressaltam que a cooperação entre países é essencial para localizar a suspeita e esclarecer a participação de possíveis cúmplices.
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